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terça-feira, 6 de maio de 2014

EDI Francisco José de Moraes: 61 anos de tragetória





No dia 15/03/2014 Realizamos a reunião com os Responsáveis, para comemorarmos e celebrarmos os 61 anos de existência da Escola Municipal Francisco José de Moraes, hoje um Espaço de Desenvolvimento Infantil (EDI) dedicado a alunos de 2 a 5 anos.

Começamos A Reunião, Com A Professora Miriam (Sala De Leitura) Contando A História, “Como Tudo Começou... 1953”. 


"Vivia o casal Francisco José de Moraes Filho e sua esposa Wilza, com preocupação, porque não havia muitas escolas na região. A esposa Wilza teve uma ideia, para melhorar essa região, construção de mais escolas. Vamos doar um terreno. Após este pedido, o marido concordou e doou parte do terreno em que situava sua propriedade para que nele se erguesse uma Unidade Escolar que reverenciasse a figura deste ilustre brasileiro cuja atuação se destacou no setor de tecidos na ocasião. 
Em 09/03/1953 foi inaugurada a Escola Municipal Francisco José de Moraes, com o Curso Primário." 
 

Em seguida, todos fizeram a dobradura da escola. Logo após, conheceram e escutaram o hino do nosso jardim.
Cantamos parabéns, tivemos bolo e exposição de trabalhos realizamos na semana.
  

 




Quem faz aniversário... merece presente!!! E foi assim que tudo começou...










Parabéns grupo e família pelo compromisso e dedicação.
 

sexta-feira, 1 de março de 2013

Rio Meu Encanto


O Rio de Janeiro comemora hoje, no dia 1º de março, 448 anos de sua fundação e o Blog da 9ª CRE em homenagem a nossa cidade publica o texto do professor Alexandre Bento que concorreu ao concurso realizado pelo  
Portal Rioeduca




Rio Meu Encanto

Rio das avenidas, das praças, das linhas multicoloridas, das Trans que serpenteiam a cidade. Rio de cores, do verde das montanhas ao azul do BRT, que corta a cidade desde a zona oeste, onde sítios de árvores frutíferas resistem ao avanço da cidade cosmopolita de tanta diversidade.

A cidade que nasceu entre a baía e as montanhas, hoje se esparrama entre o mar e os morros. O sobe e desce por vielas, a verdadeira academia a céu aberto da cidade, está se transformando em um vai e vem de teleféricos frenéticos que transportam os novos sonhos dessa gente que sorri para a cidade.

Em todos os cantos, encantos! E dos encantos, o canto dos pássaros da maior floresta urbana do mundo, plantada pelo homem e encravada no meio da cidade para manter a qualidade de vida da cidade que nasceu para brilhar. Abençoados somos nós cariocas, pois das trilhas da Floresta da Tijuca, passando pela Cachoeira do Mendanha até as águas claras do Grumari a natureza nos brinda com sua beleza e exuberância.

Andar pelo Centro da cidade é respirar a história de um povo. Estamos imersos em praças, ruas, monumentos e construções que nos levam da Colônia ao Reinado, do Império a República. O Paço Imperial dos moradores ilustres, a Ilha Fiscal dos famosos bailes, o Palácio do Catete que abrigou tantos presidentes, as linhas de Niemeyer e os jardins de Burle Marx no Palácio Gustavo Capanema, adornado pelos imensos painéis de azulejos de Portinari, encanta qualquer visitante e é um orgulho para nós moradores apaixonados da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.

Assim, de flor em flor, de mar em mar, de monumento em monumento, de som em som, se descortina aos nossos sentidos a cidade vibrante, viva, frenética, acolhedora, iluminada, que encanta a todos que aqui nasceram, que por aqui passam, estudam ou que simplesmente tiveram a feliz ideia de aqui vir morar. Rio, cidade encantada!

Concurso Cultural: O Encanto desta Cidade é Meu
Autor: Alexandre Bento V. Martins – Prof. I – Matemática


quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

100º Aniversário de Luiz Gonzaga



Luiz Gonzaga nasceu em Exu, Pernambuco, em 13 de dezembro de 1912. Foi um compositor popular. Aprendeu a ter gosto pela música ouvindo as apresentações de músicos nordestinos em feiras e em festas religiosas. Quando migrou para o sul, fez de tudo um pouco, inclusive tocar em bares de beira de cais. Mas foi exatamente aí que ouviu um cabra lhe dizer para começar a tocar aquelas músicas boas do distante nordeste. Pensando nisso compôs dois chamegos: "Pés de Serra" e "Vira e Mexe". Sabendo que o rádio era o melhor vínculo de divulgação musical daquela época (corria o ano de 1941) resolveu participar do concurso de calouros de Ary Barroso onde solou sua música “ Vira e Mexe” e ganhou o primeiro prêmio. Isso abriu caminho para que pudesse vir a ser contratado pela emissora Nacional.

No decorrer destes vários anos, Luiz Gonzaga foi simbolizando o que melhor se tem da música nordestina. Ele foi o primeiro músico assumir a nordestinidade representada pela a sanfona e pelo chapéu de couro. Cantou as dores e os amores de um povo que ainda não tinha voz.

Nos seus vários anos de carreira nunca perdeu o prestígio, apesar de ter se distanciado do palco várias vezes. Os modismos e os novos ritmos desviaram a atenção do público, mas o velho Lua nunca teve seu brilho diminuído. Quando morreu em 1989 tinha uma carreira consolidada e reconhecida. Ganhou o prêmio Shell de Música Popular em 87 e tocou em Paris em 85. Seu som agreste atravessou barreiras e foi reconhecido e apreciado pelo povo e pela mídia. Mesmo tocando sanfona, instrumento tão pouco ilustre. Mesmo se vestindo como nodestino típico (como alguns o descreviam: roupas de bandido de Lampião). Talvez por isso tudo tenha chegado onde chegou. Era a representação da alma de um povo...era a alma do nordeste cantando sua história...E ele fez isso com simplicidade e dignidade. A música brasileira só tem que agradecer...



Fonte: MPB net