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segunda-feira, 26 de maio de 2014

YouTube Edu está em busca de professores talentosos


Google e Fundação Lemann procuram educadores para contribuir com videoaulas que abordem temas do ensino fundamental




Professor, quer aumentar o alcance das suas aulas? O YouTube Edu pode ajudar. Durante o Transformar 2014, a empresa divulgou uma nova campanha para incentivar educadores que tenham talento e estejam dispostos a se tornarem conhecidos na web. O convite é para que essas estrelas das salas de aula contribuam com videoaulas que contemplem especificamente temas do currículo do ensino fundamental.

O YouTube Edu está no ar desde novembro, mas até agora ele vinha concentrando apenas videoaulas focados em temas das áreas de exatas e biológicas para o ensino médio. Mas agora, com a ampliação de temas e séries, a perspectiva é que as aulas cheguem a mais pessoas – tanto alunos, que buscam a plataforma para tirar dúvidas, quanto outros professores, que procuram melhorar suas práticas.

Para fazer parte dessa nova chamada para educadores, os interessados têm que já possuir um canal com vídeos e submetê-lo à campanha por uma ficha de inscrição. Depois de inscritas, as videoaulas passarão por uma avaliação da Fundação Lemann para só então fazer parte do YouTube Edu. Com isso, a plataforma se torna um espaço de conteúdo curado do ponto de vista pedagógico.

Fazendo parte do canal de educação, os professores ganham visibilidade, pois conseguem ter um aumento significativo nas visualizações dos seus conteúdos. Desde de o lançamento, alguns canais cadastrados já aumentaram sua audiência em até 70%.

EXPERIMENTAÇÃO

O canal de educação do YouTube fez parte da sala de experimentação do Transformar 2014, espaço onde o público tinha a oportunidade de entrar em contato com recursos digitais, tecnológicos, games e plataformas adaptativas. Outras ferramentas da empresa como o Google Apps for Education e o Google Cultural Institute também estavam lá, reforçando a ideia de que os educadores precisam conhecer e se apropriar das novas tecnologias.

“Existe muita coisa legal na internet que as pessoas não conhecem. Queremos mostrar nossas ferramentas e conteúdos para os professores para que eles se apropriem e se empoderem disso, que ele levem cada vez coisas mais interessantes para suas aulas”, Rodrigo Abdalla, gerente de marketing do Youtube/Google.

Fonte: Porvir

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Praças e Naves do Conhecimento promovem inclusão digital com tecnologia de ponta


Espaços facilitam integração da comunidade com os serviços públicos e funcionam nos fins de semana

25/02/2013 » Autor: Flávia David/Fotos: Raphael Lima

Com o objetivo de garantir aos cariocas o que existe de mais avançado em termos de cultura digital nas áreas de educação, entretenimento, serviços e formação profissional, a Prefeitura do Rio está ampliando o projeto de Praças e Naves do Conhecimento. O programa “Rio Digital 15 Minutos” tem a missão de construir uma rede com 40 unidades por toda a cidade até 2016, garantindo a existência de um desses espaços comunitários em um raio de pelo menos 1,5 km.

Os novos equipamentos se juntarão às já existentes Praças do Conhecimento de Padre Miguel e do Complexo do Alemão e às Naves do Conhecimento de Santa Cruz, Madureira, Irajá, Penha, Bangu e Triagem. Esses espaços interagem pedagógica e culturalmente com as escolas da região, complementando as atividades extracurriculares desenvolvidas pela Secretaria municipal de Educação. Além disso, facilitam a integração entre a comunidade e os serviços públicos prestados no local, funcionando inclusive nos finais de semana.


Nas Praças e Naves é oferecida uma grande variedade de cursos, como Alfabetização Digital, que promove a iniciação ao uso e à compreensão dos recursos da informática; Tecnologia e Empreendedorismo, que apresenta os conceitos básicos e o processo de empreendedorismo; IT Essentials (Tecnologia de Informação e Comunicação de Dados), em que os alunos aprendem sobre a funcionalidade dos componentes de hardware e de software, manutenção e segurança; e Curso de Inglês voltado ao turismo, com foco na capacidade de comunicação para o mercado de trabalho.


Além dos cursos, os frequentadores também podem utilizar seus espaços para os estudos, como é o caso de Maria de Lourdes Santiago da Costa, 48 anos, que diariamente sai de Turiaçu, onde mora, e vai para a Nave do Conhecimento de Madureira aprimorar sua preparação para concursos públicos.


- Os equipamentos são fantásticos e os funcionários nos acolhem muito bem. Além disso, costumo dizer que a tecnologia envolve as pessoas e injeta ânimo em suas vidas. Não é à toa que as aulas de inclusão digital atraem interessados das mais diferentes idades – conta Maria de Lourdes.


Júlio Cesar da Silva Cordeiro, 28 anos, encantou-se pela Nave do Conhecimento de Madureira já na primeira visita, semana passada, acompanhado do filho de 2 anos:


- Foi a melhor coisa que o bairro ganhou nos últimos anos. Gostei muito do que vi e voltarei outras vezes com meu filho.


Para garantir o conforto dos seus frequentadores e a excelência no atendimento, as Praças e Naves do
Conhecimento são estruturadas com diversos setores, como a Recepção Digital, local onde os usuários se cadastram, consultam as grades das atividades e reservam horário para a utilização dos computadores. Além da Recepção Digital, os prédios contam com os seguintes espaços:

- Área Infantil (Playground e Cavernas digitais): onde usuários com idades entre 1 e 7 anos podem se divertir com aplicativos que estimulam os sentidos e o raciocínio lógico. Para isso, são oferecidos iPads, revistas e livros nas Cavernas (Naves). No Playground (Praça) ficam o teatro digital, a mesa de desenho, puffs e mesinhas para as crianças.

- Galeria Multimídia: onde estão disponibilizadas obras da comunidade e de parceiros, como o Projeto Portinari e a exposição sobre o Impressionismo. Os trabalhos criados nas oficinas de fotografia e filmagem poderão fazer parte do acervo, bem como fotografias e filmagens de eventos importantes da comunidade, além de aspectos didáticos sobre tecnologia, ecologia, planejamento urbano e conhecimento científico.

- Lan House (Lan Table): onde o usuário cadastrado tem acesso livre aos aplicativos e acervo da unidade, utilizando os computadores disponíveis.


- Biblioteca Digital: onde o usuário tem acesso a conteúdos regionais, nacionais e internacionais, para pesquisas escolares ou, simplesmente, lazer.


- Sala de Produção de Conteúdo Digital: Sala de suporte às atividades educacionais dos colégios existentes na comunidade. Serve de apoio para aulas, cursos e atividades programadas, disponibilizando um acervo de vídeos educativos selecionados pela Secretaria de Educação.


- Cinema ao ar livre (Olho - apenas nas naves): Espaço de lazer e confraternização da comunidade. Os cidadãos tem autonomia para definir a programação de filmes através de aplicativos tecnológicos de fácil manuseio. O filme é projetado no “olho” da Nave, que funciona como uma espécie de telão.


- Anfiteatro (apenas nas Praças): Local onde são feitas as projeções de vídeos/filmes, palestras e peças teatrais para a comunidade, de acordo com grade criada em cooperação com os usuários.

- Mesa da Comunidade: Local onde o público tem acesso ao mapa digital do bairro, podendo navegar pela comunidade e inserir sugestões, reivindicações e outros comentários.


- Nuvem do Conhecimento: Acesso ao catálogo de conteúdo da Nave. Através de gestos e toques será possível ver um resumo de cada conteúdo existente no interior da Nave.


- Parede do Conhecimento: Em uma tela vertical de aproximadamente 4m², o usuário acessa aplicativos como o “Grandes Mestres” e “Como as Coisas Funcionam”, entre outros. Tudo através de gestos e toques.


- Poltronas: Local para leitura e acesso a iPads. Estão disponíveis aplicativos de leitura de notícias, livros e revistas e conteúdo multimídia, como vídeos e músicas.


- Sementes do Amanhã (Réplica de uma árvore - Apenas na Praça): Estrutura na qual são gravados e reproduzidos depoimentos da comunidade.



Fonte: Portal da Prefeitura do Rio de Janeiro

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Entrevista com Léa Fagundes sobre a inclusão digital

Foto: Tamires Kopp

Pioneira no uso da informática educacional no Brasil, Léa Fagundes cobra políticas públicas para o setor e defende a ajuda mútua entre professores e alunos


A sala de informática do Laboratório de Estudos Cognitivos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) abriga, entre vários computadores de última geração, alguns equipamentos sucateados. Embora não sejam tão antigos, esses micros parecem pré-históricos perto dos demais. A comparação entre as máquinas ajuda a perceber a rapidez vertiginosa com que a tecnologia se renova. 


Nesse ambiente hi-tech, instalado no Instituto de Psicologia da UFRGS, a professora Léa da Cruz Fagundes recebeu a reportagem de ESCOLA para esta entrevista sobre inclusão digital. Precursora do uso da informática em sala de aula no Brasil, a presidenta da Fundação Pensamento Digital, de Porto Alegre, tem alcançado resultados animadores com as experiências que desenvolve em comunidades carentes do estado. Elas mostram que crianças pobres, alunas de escolas públicas em que não se depositam muitas expectativas, têm o mesmo desempenho que as mais favorecidas quando integradas no ciberespaço.

Segundo a especialista, o caminho mais curto e eficaz para introduzir nossas escolas no mundo conectado passa pela curiosidade, pelo intercâmbio de idéias e pela cooperação mútua entre todos os agentes envolvidos no processo. Sem receitas preestabelecidas e os ranços da velha estrutura hierárquica que rege as relações entre professores e estudantes. 


Léa defende a disseminação de softwares livres, sem custo e de fácil acesso pela internet. Consultora de programas federais que visam ampliar a inclusão digital nas escolas brasileiras, a professora pede mais seriedade à classe política: "Os projetos são iniciados e interrompidos periodicamente, pois as sucessivas administrações não se preocupam em dar suporte e continuidade a eles". 


A entrevista completa você tem acesso aqui


Fonte: Nova Escola

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Investimento do Facebook na Educação




O Facebook anunciou na quarta-feira uma funcionalidade voltada exclusivamente para estudantes e professores: o Grupos para Escolas. A ferramenta, segundo a companhia, pode ser usada para discutir as aulas, planejar eventos ou compartilhar fotos entre os colegas.