O Especial “50 Filmes para trabalhar em sala de aula” é uma edição que apresenta grandes sucessos do cinema para alunos do 1º ao 9º ano em todas as disciplinas. Confira ainda: como aproximar a turma dessa linguagem; a melhor maneira de apresentar os filmes em classe; em todos os gêneros, propostas que vão da geometria à dança; resumos dos enredos com indicação do conteúdo a trabalhar. Trailers de vários títulos.
Conhecer os filmes nacionais adaptados de obras literárias cobradas nos vestibulares pode ser uma boa forma de fixar os conteúdos e aprimorar o aprendizado. Estudantes com acesso à rede tem agora um precioso instrumento à mão: é o canal “Filmes Brasileiros”, do Youtube, uma videoteca online que reúne produções audiovisuais de diferentes épocas, estilos e propostas.
A lista, atualmente com mais de 140 filmes, continua crescendo. Além de títulos icônicos da tradição literária nacional, como “Vidas Secas”, “A Hora da Estrela”, ou “Eles Não Usam Black-tie”, estão lá clássicos da cinematografia brasileira, como “Limite”, “O Bandido da Luz Vermelha” e “Noite Vazia”.
Outra boa pedida são os documentários. O internauta encontrará entre as opções tanto filmes recentes que angariaram boa acolhida de público e crítica – caso de “Janela da Alma” -, bem como obras históricas do gênero, como “O ABC da Greve” ou “Cabra Marcado Para Morrer”. Uma ótima pedida para estudar sozinho ou em grupo e também para os momentos de lazer.
OPortal Filmes que Voamacaba de lançar na
internet uma programação especial para crianças e adolescentes: o Canal Nota 10, onde estudantes brasileiros e
de outros paísespodem divulgar seus
filmes.
Nele estudantes de até 15 anos, que realizam
filmes como atividades escolares, têm agoraum espaço onde mostrar seus talentos.
No dia 29 de setembro, às 9h30, haverá o "Encontro de Educadores" organizado pela Mostra Geração, do Festival do Rio. Nesse dia, será exibido o filme "Colegas".
A sessão para professores é GRATUITA, basta apresentar um documento profisisonal comprobatório. Para garantir o seu lugar envie um email para:mostrageracao@festivaldorio.com.br ou telefone para:3035.7101 / 3592.0434 / 2539.6142.
O útlimo Encontro de Educadores acontece no dia 6/10, quando será exibido o filme "Vocacional".
Tome Nota!
29/9, 9h30 Filme: "Os colegas"
Sinopse: Colegas é uma divertida aventura que aborda de forma inocente e poética coisas simples da vida através do olhar de três jovens com síndrome de Down apaixonados por cinema. Um dia, inspirados pelo filme Thelma & Louise, eles resolvem fugir no Karmann-Ghia do jardineiro (Lima Duarte) em busca de seus sonhos: Stalone quer ver o mar, Marcio quer voar e Aninha busca um marido pra se casar. Eles partem do interior de São Paulo rumo à Buenos Aires. Nessa viagem, enquanto experimentam o sabor da liberdade, envolvem-se em inúmeras confusões como se a vida não passasse de uma eterna brincadeira. Fonte: http://blogcolegasofilme.com/about/
6/10, 9h30 Filme: "Vocacional"
Sinopse:
Idealizadora de um modelo progressista e pioneiro na educação pública brasileira, os Ginásios Vocacionais, instalados na década de 60 em São Paulo, Batatais e Americana, a educadora Maria Nilde Mascellani (1931-1999) procurava a formação multidisciplinar de alunos que fossem, também, sujeitos de sua história. Para isso, as escolas funcionavam sob uma filosofia que unia projetos interdisciplinares e viagens de estudo, promovendo uma intensa participação dos alunos, sempre estimulados a se expressarem sobre todas as questões. Brutalmente interrompida pela ditadura de 1964, que perseguiu e chegou a prender também a educadora que a criou, a experiência das escolas vocacionais é relembrada e reavaliada por seus antigos professores e alunos, entre eles, o próprio diretor do filme, Toni Ventur. Fonte: http://filmow.com/vocacional-uma-aventura-humana-t40621/
LOCAL Estação SESC Rio, Sala 3 | Rua Voluntários da Pátria, 35 | Botafogo | Rio de Janeiro INFORMAÇÕES E RESERVAS
O Entretodos 5 – Festival de Curtas-metragens de Direitos Humanos está com inscrições abertas para sua próxima edição, que ocorre de 29 de novembro a 2 de dezembro, em parceria com os 31 núcleos dos Direitos Humanos da cidade de São Paulo. Poderão se inscrever curtas de qualquer formato, incluindo vídeos feitos por câmeras em celulares e digitais e em películas. Os filmes poderão ser documentário, ficção, experimental e animação, com até 25 minutos e que tratem de temas relacionados aos direitos humanos.
As inscrições são gratuitas e deverão ser realizadas no website www.entretodos.com.br, até 8 de outubro de 2012.
Jovens argentinos de 20 e poucos anos viajaram oito países ibero-americanos para produzir um documentário com o intuito de ajudar as pessoas a refletir sobre o tradicional modelo de educação. Eles conheceram 45 experiências de ensino não convencionais e entrevistaram 90 educadores e especialistas para tentar apontar novas alternativas educacionais. O resultado dessa viagem é o longa-metragem independente La Educación Prohibida (A Educação Proibida, em tradução livre), lançado mundialmente este mês e que está disponível gratuitamente online e também em um formato de distribuição livre, onde qualquer pessoa pode reproduzir o documentário em salas de cinema.
A ideia é fazer com que as pessoas repensem metodologias, valorizem a diversidade educativa, a liberdade pedagógica e curricular. O filme mostra, por exemplo, experiências de diferentes países com o home-schooling, movimento conhecido como ensino em casa ou educação sem escola, que se popularizou nas últimas décadas.
Segundo o diretor Doin Campos, 24, existe hoje uma necessidade de se refletir sobre o papel da escola, que precisa se democratizar profundamente. “Muitas vezes, o que acontece nas aulas não coincide com o que se espera dos alunos. Isso ocorre porque a escola mantém uma estrutura rígida, que impõe ideias e esquece de promover as experiências de vida”, afirma.
Esse conceito também é reforçado por alguns entrevistados que acreditam que a sala de aula está “aquém de ser um espaço educativo”. Para William Rodríguez, do Instituto Popular de Cultura Cali, da Colômbia, “muitas vezes, o que acontece na escola não é importante, ele nem sequer chega a ser um lugar de formação, mas sim uma grande creche.”
Já para Ana Julia Barnadas, do instituto Montessori Palau Girona, da Espanha, os espaços educativos não atraem os estudantes: “os alunos aprendem de forma forçada nesses processos de aprendizagem”.
Redes colaborativas
Desde seu lançamento, no último dia 13, mais de um milhão de pessoas consultaram a página do filme, que já registrou mais de 180 mil downloads. Como forma de levar a mais pessoas a mensagem do documentário, o grupo criou um guia passo a passo para que outras pessoas possam realizar exibições independentes em faculdades, escolas, centros culturais e outros espaços. Todas elas ficam disponíveis em um mapa on-line. “O interessante é que os mesmos espectadores também podem se tornar distribuidores e, assim, passam a compartilhar e difundir o filme”, afirma o diretor.
A colaboração esteve presente desde o início, quando o projeto se inscreveu numa plataforma decrowdfunding e foi inteiramente financiado por meio de doações. A proposta era fazer com que os doadores também se tornassem coprodutores do filme. O projeto também contou com a colaboração voluntária de profissionais como músicos que ajudaram compondo letras a trilha sonora, as bandas que liberam direitos autorais ou até mesmo os designers que criaram a arte gráfica.
E quem quiser colaborar ainda pode: na página do filme, há guias que instruem usuários a legendar o longa em outras línguas.
Assista o filme na íntegra, com legenda em português: