Mostrando postagens com marcador Entrevista. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Entrevista. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 8 de abril de 2014

"Avaliação pobre conduz à aprendizagem pobre"

Professor espanhol, referência em organização escolar, diz que é preciso mudar a concepção do que é avaliação e critica a utilização de provas de diagnóstico na elaboração de rankings

Por Lecticia Maggi
Autor de 63 livros sobre educação, o espanhol Miguel Santos Guerra, de 62 anos, é referência quando o assunto é organização do sistema de ensino e avaliação escolar. Uma de suas principais teses é a de que se a avaliação dos alunos é feita de maneira pobre, a aprendizagem também será comprometida. Para Guerra, as provas não podem servir apenas para mensurar o conteúdo absorvido. Elas devem ser, sobretudo, ferramentas para facilitar a compreensão do conteúdo e melhorar a qualidade do ensino. Professor da Universidade de Málaga e membro da Comissão de Avaliação do Sistema de Ensino de Andaluzia, região no extremo Sul da Espanha, Guerra estará no Brasil no dia 22 de maio. Ele participará da 20ª edição da feira Educar/ Educador, que será realizada na capital paulista.

Quer lera matéria e entrevista na integra? É só acessar a página da Revista Veja Educação e conferir!

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

“No Rio, professores e secretaria trabalham juntos”


Educação: o que eu quero para minha cidade? Este é o slogan da campanha darevistapontocom.Conheça a proposta e participe. Abaixo, você confere a entrevista concedida pela secretária municipal de Educação do Rio, Claudia Costin
As entrevistas aqui publicadas não traduzem a opinião da revistapontocom. Sua publicação obedece ao propósito de promover o debate da política pública municipal de educação, no Brasil, com ênfase no Rio de Janeiro, e de refletir as diversas tendências de pensamento. O espaço está aberto a todos os interessados em se manifestar.
Por Marcus Tavares
“Não podemos considerar, por exemplo, que oferecemos um ensino de excelência se não tivermos, no mínimo, sete horas de aula por dia. Os 15 melhores países no Pisa têm sete horas. Vamos implementar isso aos poucos. Não poderíamos fazer de uma vez, pois estaríamos sendo irresponsáveis. Cada mudança mínima em nossa rede tem um impacto tamanho. São cerca de 41 mil professores”, afirma Claudia Costin, secretária municipal de Educação do Rio de Janeiro.
Em entrevista à revistapontocom, Claudia faz um balanço de sua gestão. Conta qual foi a sua estratégia de ação assim que assumiu a pasta. Traz dados estatísticos que mostram que a rede municipal de escolas do Rio vem apresentando bons resultados no Ideb e na Prova Brasil. Rebate críticas de professores e sindicatos de que sua gestão só se preocupa com avaliações e de que a política de sua administração tira a autonomia do professor. E adianta que, caso o prefeito Eduardo Paes seja reeleito, deseja continuar à frente da secretaria. Projetos futuros: plano de cargos e salários dos professores e ampliar o horário escolar.
Acompanhe a entrevista na página da Revista Ponto Com

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Entrevista com Léa Fagundes sobre a inclusão digital

Foto: Tamires Kopp

Pioneira no uso da informática educacional no Brasil, Léa Fagundes cobra políticas públicas para o setor e defende a ajuda mútua entre professores e alunos


A sala de informática do Laboratório de Estudos Cognitivos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) abriga, entre vários computadores de última geração, alguns equipamentos sucateados. Embora não sejam tão antigos, esses micros parecem pré-históricos perto dos demais. A comparação entre as máquinas ajuda a perceber a rapidez vertiginosa com que a tecnologia se renova. 


Nesse ambiente hi-tech, instalado no Instituto de Psicologia da UFRGS, a professora Léa da Cruz Fagundes recebeu a reportagem de ESCOLA para esta entrevista sobre inclusão digital. Precursora do uso da informática em sala de aula no Brasil, a presidenta da Fundação Pensamento Digital, de Porto Alegre, tem alcançado resultados animadores com as experiências que desenvolve em comunidades carentes do estado. Elas mostram que crianças pobres, alunas de escolas públicas em que não se depositam muitas expectativas, têm o mesmo desempenho que as mais favorecidas quando integradas no ciberespaço.

Segundo a especialista, o caminho mais curto e eficaz para introduzir nossas escolas no mundo conectado passa pela curiosidade, pelo intercâmbio de idéias e pela cooperação mútua entre todos os agentes envolvidos no processo. Sem receitas preestabelecidas e os ranços da velha estrutura hierárquica que rege as relações entre professores e estudantes. 


Léa defende a disseminação de softwares livres, sem custo e de fácil acesso pela internet. Consultora de programas federais que visam ampliar a inclusão digital nas escolas brasileiras, a professora pede mais seriedade à classe política: "Os projetos são iniciados e interrompidos periodicamente, pois as sucessivas administrações não se preocupam em dar suporte e continuidade a eles". 


A entrevista completa você tem acesso aqui


Fonte: Nova Escola