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quarta-feira, 11 de junho de 2014

Escola Municipal Ubaldina Dias Jacaré: Por um Meio Ambiente melhor a todos




O Dia Mundial do Meio Ambiente é celebrado no dia 5 de junho, foi criado pela Assembleia Geral das Nações Unidas na resolução (XXVII) de 15 de dezembro de 1972 com a qual foi aberta a Conferência de Estocolmo, na Suécia, cujo tema central foi o Ambiente Humano.

(Fonte: Wikipédia)

Objetivando tornar o Ambiente comum da escola mais proveitoso, bonito e prazeroso, foi que iniciou o projeto que comemorou o Dia do Meio Ambiente na Escola Municipal Ubaldina Dias Jacaré.

Intitulado: Jogo limpo com o Meio Ambiente, a ação visou tornar o ambiente escolar mais organizado e atrativo.

Com fotos expostas em sua página na rede social Facebook, a escola nos respondeu que: 

"Nosso objetivo é reaproveitar um espaço que antes era utilizado pelo E.I. (parquinho), e como não temos mais esse segmento resolvemos transformá-lo em uma horta. A participação dos alunos foi fundamental desde a coleta das garrafas Pet até a manutenção da horta".

Vale a pena dar uma olhada e conferir os fotos das atividades.

Acesse a página do Facebook da Escola Municipal Ubaldina Dias Jacaré clicando aqui e confira!

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Rio de Janeiro comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente

Guardiões do Rio, Hortas Cariocas e Rio, Capital da Bicicleta privilegiam patrimônio sustentável da cidade

05/06/2013  » Autor: Flávia David e Juliana Romar / Fotos: Divulgação

O Dia do Meio Ambiente é comemorado em todo o mundo nesta quarta-feira (05/06) e, para celebrar a data, a Prefeitura do Rio preparou uma semana especial com passeios aos parques naturais, seminários, oficinas, palestras, cursos e exposições. As atividades estão sendo realizadas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMAC), que tem entre suas atribuições o licenciamento ambiental, a fiscalização das atividades potencialmente poluidoras, a tutela de Parques Municipais, a expansão da malha cicloviária, e o monitoramento do ar e das areias das praias cariocas. Além disso, durante todo o ano, a Prefeitra do Rio investe em programas com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos moradores da cidade, sem abrir mão do ecologicamente correto.

- Temos uma cidade que se orgulha da sua cobertura verde, com uma das maiores florestas urbanas do mundo, além de uma quantidade de parques enorme. E estamos conseguindo, através do nosso programa de reflorestamento, ampliar a cobertura florestal do Rio e reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Além disso, já conseguimos dobrar a malha cicloviária da cidade e isso se dá graças ao trabalho conjunto de várias secretarias que passaram a incluir em seus projetos o desenvolvimento do programa de ciclovia. Até 2016, teremos uma malha de 450 km - comemora o secretário municipal de Meio Ambiente, Carlos Alberto Muniz, que pede à população carioca mais atenção e cuidado ao meio ambiente: 

- Que a população ama o Rio, não tenho dúvida. Mas a população precisa se esforçar para manter uma convivência harmoniosa com o meio ambiente, e estar atenta ao uso racional dos recursos da cidade, usufruindo de seus parques com responsabilidade. São coisas que vão melhorar a qualidade de vida de cada um de nós.

Um dos programas da Prefeitura do Rio voltados para a preservação do meio ambiente, oGuardiões dos Rios capacita agentes comunitários para atuar na limpeza e na conservação de rios e canais, beneficiando atualmente 24 comunidades do município, como Rocinha, Rio das Pedras e Complexo do Alemão. Ao todo, 196 guardiões – todos moradores das comunidades beneficiadas – operam recuperando corpos d’água, evitando enchentes, mau cheiro, e a infestação de ratos e insetos (fator causador de doenças).
  
Outro projeto da SMAC, o Hortas Cariocas está presente em 30 comunidades, e recebe visitas frequentes de alunos da rede municipal de ensino, que aprendem sobre alimentação saudável, plantam e colhem o alimento que será utilizado para o reforço no cardápio escolar. A iniciativa gera empregos diretos entre os moradores e pessoas ligadas às escolas, que cuidam da plantação. Parte do que é produzido é dividido entre as escolas e creches municipais e famílias em risco social indicadas pelas associações de moradores. O restante é comercializado e o lucro fica com os parceiros do programa. 

Já o  Patrulha Ambiental fiscaliza e atende às denúncias relacionadas aos danos ao meio ambiente em todo o município, atuando de forma emergencial. Disponível 24h por dia, através da Central de Atendimento da Prefeitura 1746, o serviço tem como objetivo minimizar e/ou impedir agressões ou possíveis danos ambientais no momento em que estejam ocorrendo. Dentre as denúncias atendidas estão as de desmatamentos, corte de encostas, ocupações irregulares em estágio inicial, poluição hídrica, poluição atmosférica, do solo, pesca predatória e resgate de animais.


O Projeto Mutirão de Reflorestamento surgiu como uma iniciativa para inibir a ocupação das áreas de risco e a recuperação da Mata Atlântica no município, que ocupa atualmente 28,9% do território carioca. Conta com a participação direta das comunidades de baixa renda beneficiadas na implantação e na manutenção dos plantios em regime de mutirão. Com essa parceria, a cidade tem obtido a preservação das áreas reflorestadas e a sua recuperação ambiental. 

Atualmente, o projeto está presente em cerca de 150 comunidades distribuídas em todas as áreas da cidade. Com um contingente de 800 trabalhadores, mantém uma área superior a 2.000 hectares, onde foram plantadas mais de seis milhões de mudas de espécies florestais, que oferecem maior segurança a população contra os riscos de deslizamentos e previnem a obstrução de rede de drenagem e o assoreamento dos rios. Até 2016, pretende-se replantar mais 600 hectares de mudas de espécies nativas da Mata Atlântica.

Entre as ações da prefeitura voltadas a garantir maior mobilidade urbana e a redução de gases poluentes, está o programa “Rio, Capital da Bicicleta”, que prevê a implantação de mais bicicletários e a instalação de ciclovias e ciclofaixas (ou faixas compartilhadas). A meta da Secretaria de Meio Ambiente é garantir, até o final de 2016, malha cicloviária de 450 km para os cariocas, possibilitando que o ciclista saia de casa pedalando, ou alugue uma bicicleta, estacione em um dos inúmeros bicicletários disponíveis nos BRT’S, Metrô, rodoviárias, trens e barcas, e siga o seu trajeto em um transporte coletivo, evitando o uso do carro. Todo este trabalho garantiu ao Rio de Janeiro o título brasileiro de “Capital da Bicicleta”, uma vez que a cidade possui a segunda maior malha cicloviária da América Latina. 

Com a meta de promover a educação ambiental e a mobilização social para apoiar os programas e as ações de saneamento ambiental conduzidos pela prefeitura, foi criado o Centro de Educação Ambiental (CEA), vinculado à Secretaria Municipal de Meio Ambiente. O órgão tem como atribuições conferir maior capacidade de consolidação e sustentabilidade aos investimentos e promover a saúde pública, a melhoria da qualidade de vida da população e a ampliação da cidadania.

Atuando em parcerias com outros projetos da Secretaria, como os programas Hortas Cariocas e de Reflorestamento, o CEA reúne agentes ambientais que atuam em mais de trinta bairros das zonas Norte, Sul e Oeste da cidade, promovendo ações de conscientização ambiental em comunidades e parques naturais do município. Esses eventos possuem cunho educativo, informativo e cultural, e visam sensibilizar e envolver a população nas questões sócioambientais da cidade.
  
Com o objetivo de estabelecer políticas de adaptação aos efeitos das mudanças climáticas e a redução das emissões de gases poluentes, foi criada há dois anos a Lei Municipal n° 5.248/2011, que estimulou a modificação dos padrões de produção e de consumo, atividades econômicas, transporte e uso do solo, e o aumento das fontes renováveis nas matrizes energéticas. Para que a lei pudesse ter um efeito mais concreto, foi estipulado, pela primeira vez no Brasil, metas de redução de GEE da cidade, ficando determinado que serão reduzidos 16% em 2016 e 20% em 2020, com relação às emissões registradas em 2005. Para que isso seja viável, todas as obras, programas, ações e projetos da prefeitura devem considerar as metas de redução estabelecidas.

Também foram criados outros importantes instrumentos de combate às mudanças climáticas, como o Fórum Carioca sobre Mudança do Clima e Desenvolvimento Sustentável - composto por seguimentos representativos dos setores público, privado e da sociedade civil, e o Fundo Municipal sobre Mudança do Clima e Desenvolvimento Sustentável, para direcionar aplicações públicas e privadas.

Além disso, a Secretaria de Meio Ambiente concluiu, em conjunto com a Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos (Seconserva) e com a Cumlurb, o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PMGIRS), também parte integrante do Plano Municipal de Saneamento Básico de Água e Esgoto do Município do Rio de Janeiro (PMSB-AE), estabelecido pelo Decreto Municipal n° 34.290/2011. A cidade gera aproximadamente 10.000 toneladas diárias de resíduos sólidos urbanos, sendo 47,3% de lixo domiciliar, 38,3% de lixo público, e o restante compreendido pelas parcelas de resíduos da construção civil, de grandes geradores, de resíduos hospitalares e remoção gratuita. 

A evolução da gestão de resíduos sólidos no município começou ao longo do ano de 2011, com a transferência do descarte dos resíduos gerados na cidade para a Central de Tratamento de Resíduos/CTR-RIO, instalada em Seropédica. Anteriormente, isso era feito no Aterro Metropolitano de Jardim Gramacho (AMJG), em Duque de Caxias. Considerado o maior aterro da América Latina, foi desativado definitivamente em junho de 2012. O fim das atividades dem Gramacho vai evitar que, nos próximos 15 anos, cerca de 75 milhões de metros cúbicos de metano/ano sejam liberados para a atmosfera.

Em março deste ano, a prefeitura apresentou os dois primeiros táxis elétricos da cidade, representando o início do programa Táxi Elétrico, uma parceria entre a Prefeitura do Rio, Nissan e Petrobras Distribuidora. Nesta primeira fase, duas unidades do Nissan LEAF, veículo 100% elétrico que não emite poluente e nem faz barulho, rodarão na capital fluminense. Até o fim do ano, outros 13 veículos serão adicionadas à frota. O táxi elétrico, projetado para atender às necessidades da mobilidade urbana moderna, oferece espaço, conforto e potência como os veículos à combustão. O módulo de 24 baterias de íon-lítio pode ser recarregado em carregadores caseiros em até oito horas, ou em apenas 20 minutos com os ‘Quick Chargers’ (carregadores rápidos), que serão instalados em postos da Petrobras.



5 de junho - Dia Mundial do Meio Ambiente, por Ban Ki-moon

“Pensar. Comer. Conservar: Diga não ao desperdício.” Mensagem do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, para o Dia Mundial do Meio Ambiente, lembrado em 5 de junho de 2013.
ONU e parceiros alertam contra o desperdício de alimentos. Foto: PNUMA
ONU e parceiros alertam contra o desperdício de alimentos. Foto: PNUMA
“Vivemos em um mundo de abundância, onde a produção de alimentos é superior à sua procura, mas cerca de 870 milhões de pessoas estão subnutridas e o crescimento retardado na infância é uma pandemia silenciosa.
Para criar o futuro que queremos, devemos corrigir essa desigualdade. Devemos assegurar o acesso a uma nutrição adequada para todos, duplicar a produtividade dos pequenos agricultores que cultivam a maior parte dos alimentos nos países em desenvolvimento e tornar os sistemas alimentares sustentáveis face aos choques ambientais e econômicos. Esta é a visão do meu “Desafio Fome Zero”, lançado no ano passado na Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.
Uma forma de minimizar o problema da fome e melhorar o bem-estar dos mais vulneráveis é procurar soluções para a enorme perda e o desperdício inerente aos sistemas alimentares dos dias de hoje. Atualmente, pelo menos um terço de todos os alimentos produzidos não chega à mesa das pessoas. Isto é uma ofensa a todos os que têm fome, mas também representa um custo enorme para o meio ambiente em termos de energia, terra e água.
Nos países em desenvolvimento, as pragas, instalações inadequadas de armazenamento e cadeias produtivas ineficientes são os principais motivos para a perda de alimentos. Aqueles que cultivam alimentos para exportação também estão, muitas vezes, à mercê das expectativas de compradores rigorosos que valorizam a perfeição estética.
Nos países desenvolvidos, os alimentos jogados fora pelas famílias e pelas indústrias de restaurantes e varejo apodrecem em aterros, liberando quantidades significativas de metano, um gás poderoso que provoca o efeito estufa.
A perda e o desperdício de alimentos são algo que todos nós podemos resolver. É por isso que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente [PNUMA], a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura [FAO] e os parceiros dos setores públicos e privados lançaram a campanha “Pensar. Comer. Conservar: Diga não ao desperdício”, para aumentar a conscientização em nível mundial e mostrar soluções relevantes tanto para os países desenvolvidos quanto em desenvolvimento.
Infraestrutura e tecnologia podem reduzir a quantidade de alimentos que estragam após a colheita e antes de chegarem ao mercado. Os governos dos países em desenvolvimento podem trabalhar para melhorar a infraestrutura essencial e maximizar as oportunidades de comércio com os países vizinhos. Os países desenvolvidos podem apoiar o comércio justo e racionalizar a ‘data de validade’ e outros sistemas de rotulagem. As empresas podem rever seus critérios de rejeição de produtos, enquanto os consumidores podem minimizar o desperdício comprando somente o que precisam e reutilizando os alimentos que restaram.
Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, encorajo todos os atores da cadeia alimentar global a assumirem a responsabilidade por sistemas alimentares ambientalmente sustentáveis e socialmente justos.
A população mundial deve aumentar dos 7 bilhões atuais para 9 bilhões em 2050. Mas o número de pessoas com fome não precisa necessariamente aumentar. Ao reduzir o desperdício de alimentos, podemos economizar dinheiro e recursos, minimizar o impacto ambiental e, sobretudo, avançar no sentido de um mundo onde todos tenham o suficiente para comer.”
Acesse a mensagem em inglês emwww.unep.org/wed/messages/SG.asp
Acesse a página oficial do Dia Mundial do Meio Ambiente, em português, em www.unep.org/portuguese/wed

Fonte: ONUBR