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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

PORVIR - As redes sociais podem mudar o mundo?




Segundo o Ibope Media de 2012, o Brasil é o 5o país mais conectado do mundo com mais de 94 milhões de internautas. De toda essa gente, mais de 90% estão em redes sociais. A palestra Social Good: uso da tecnologia para mobilização e engajamento, que acontece hoje, a partir das 11h no Palco Principal da Campus Party, vai discutir as outras funções das redes, que, além de matar as saudades e encurtar as distâncias, podem servir para transformar a sociedade. “As redes não são ambientes que estão ali ao lado, que você entra e sai, com funcionamento independente do ‘mundo real’. Não! Elas são o mundo real, são o modo como a maioria das pessoas se comunica e um dos modos mais efetivos de pressionar poderosos, sejam quais forem”, diz Lucas Pretti, jornalista e ativista da Change.org, que vai participar da discussão. Reais também foram as mudanças que outra palestrante, a estudante Isadora Faber, 13, autora do Diário de Classe, conseguiu provocar na sua escola.

Leia a matéria completa aqui.


Fonte: PORVIR

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Professor deve usar rede social como aliada

Quando o assunto são redes sociais dentro da escola, muita gente torce o nariz e garante que os professores são pouco hábeis nelas, não sabem usá-las e ainda são os principais dificultadores para inseri-las nos aprendizado em sala de aula e em casa. Na contramão deste cenário, há quem defenda essas ferramentas não como inimigas, mas como aliadas dos educadores. É o caso de Américo Amorim, cofundador do Daccord, empresa especializada em plataformas de ensino, que falou sobre o uso das redes sociais educacionais durante Série de Diálogos o Futuro se Aprende sobre Tecnologias na Educação, promovida pelo Porvir e pela Fundação Telefônica.
Amorim defende que o uso de redes sociais educacionais permite que o professor amplifique – e muito – suas possibilidades de ações pedagógicas. Afinal, em apenas um lugar, ele pode compartilhar documentos, fotos, mapas ou trocar mensagens com alunos e outros profissionais. Pode ainda criar comunidades para discussões temáticas, aplicar de testes e provas, propor quizzes e publicar agenda de atividades. Ainda de acordo com Amorim, o uso dessas ferramentas ajuda a manter os aluno em um ambiente propício, sem nada que não seja extraclasse ou extra-aprendizagem. “O poder de controle do professor é uma das grandes vantagens do uso das redes sociais na educação ao permitir que alunos se reúnam em um ambiente seguro, além de garantir a intercâmbio de experiências e de práticas pedagógicas entre os professores”, avalia.
crédito cienpiesnf / Fotolia

Um dos exemplos de redes sociais existentes e mencionados por Amorim é a Edmodo, que neste ano chegou a 12 milhões de usuários. A plataforma, repleta dessas funcionalidades, permite que os professores acompanhem a frequência e o desempenho dos alunos. Outra rede social com os mesmos semelhantes é a americana Teamie, disponível em inglês. Há também a brasileira Tria, com foco no ensino médio, que tem 10 mil usuários por mês trocam informações e conteúdos. 
A Turma do Som é mais um exemplo de rede social, mas esta foi criada pelo próprio Amorim. A plataforma, que possui 25 jogos, foi desenvolvida para ajudar a incentivar estudantes a aprenderem música em sala de aula. A ferramenta está sendo usada em cinco escolas em Pernambuco, São Paulo e Minas Gerais. Nela, os professores ajudam os alunos no aprendizado dos fundamentos da teoria musical a partir de aulas separadas por quatro blocos temáticos: som (timbre), altura, tempo e estrutura. Os conteúdos são trabalhados por vídeos animados, com personagens no estilo dos desenhos japoneses e depois em jogos.
Amorim explica que decidiu criar a plataforma devido à lei instituída em 2008 que determina 2012 como o ano-limite para que todas as escolas públicas e privadas do país adaptem seus currículos para oferecer conteúdos de educação musical no ensino básico. Com ela, além de dar suporte ao ensino e ajudar nesse momento de transição, o software também ajuda os professores a se capacitarem.
O desafio do uso
Segundo levantamento feito no ano passado pela Cetic.Br e citado por Amorim no evento, 95% dos professores usam a internet para pesquisas e 91% para enviar e-mails.  Já 70% deles não apresentam dificuldade para acessar redes sociais. Apesar do uso da web a caminho da universalização, ressalta Amorim, o desafio é fazer com que os professores realmente se apropriem dessas ferramentas. Um exemplo claro disso é que 95% dos educadores disseram não usar tecnologias para avaliar tarefas de casa. Para Amorim, as redes sociais deveriam ser aliadas do professor para otimizar os processos educativos fora da escola – como nos trabalhos de casa, por exemplo.
Ainda de acordo com o estudo da Cetic.Br, 86% dos professores não usam recursos tecnológicos no apoio individual, o que impede um ensino personalizado dos alunos “que estão fora da curva”. Enquanto isso, 73% disseram não usar jogos educativos ou para trabalhos em grupo.
Assista ao vídeo dessa palestra abaixo:

Leia outras matérias relacionadas:
Ferramentas de apoio ao professor
Games


Fonte: PORVIR

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Atenção: seu futuro chefe pode estar de olho no seu Facebook




Na hora de preencher uma vaga, recrutadores costumam espiar os perfis dos candidatos nas redes sociais. Saiba como usá-las de forma inteligente para garantir o seu emprego

22 de maio de 2012 

Seja ativo no LinkedIn
O site reune mais de 161 milhões de perfis de profissionais ao redor do mundo. Só aqui no Brasil, são mais de 7 milhões de pessoas cadastradas. Faça a sua página completa e mantenha o conteúdo sempre atualizado, pois isso irá aumentar a sua visibilidade no Google. Procure recomendações e depoimentos de seus antigos professores, chefes ou colegas, para aumentar sua credibilidade. Ao mesmo tempo, participe ativamente da seção de perguntas e respostas.
Descreva bem as suas competências e experiências. Dizer que é especialista não é suficiente, já que pode significar várias coisas diferentes. É importante que você detalhe aquilo que faz, para que as pessoas possam ter uma ideia correta de todas as suas capacidades e atribuições.
Compartilhe prêmios recebidos, interesses e atividades extra-curriculares. Esse tipo de informação, bem dosada, ajuda a empresa a avaliar a personalidade do candidato e saber se ele se encaixa na vaga oferecida.
Use o Twitter com inteligência
Apesar de não ser considerada uma rede social voltada para a busca de emprego, se bem utilizada, pode ajudar a construir uma boa imagem profissional. Use o Twitter para recomendar leituras interessantes relacionadas a sua área, como livros ou reportagens. Também vale indicar filmes e viagens. Mostre para o seu recrutador que você é bem informado e está atento ao que acontece no noticiário. Use o Twitter também para expressar seu ponto de vista, com muito cuidado. Postar análises e comentários construtivos e embasados mostra ao recrutador que o candidato sabe se comunicar.  
Evite exageros no Facebook
Pesquisa feita pela Reppler, consultoria especializada em gerenciamento de imagem nas mídias sociais, mostra que o Facebook é a rede social mais olhada pelos recrutadores na hora de preencher uma vaga. Para detectar aspectos positivos ou negativos dos candidatos, 76% utilizam o Facebook, 53% preferem o Twitter e 48%, o LinkedIn.
Por isso, tome alguns cuidados. Evite fotos com pouca roupa, em situações constrangedoras ou consumindo bebidas alcoólicas. Também preste atenção ao português: um erro pode estragar suas possibilidades de conquistar uma vaga. Especialistas recomendam ainda que o internauta fuja de comunidades que indiquem maus comportamentos, como "Eu já trabalhei bêbado" ou "Eu odeio trabalhar".
Por fim, lembre-se: nada nas mídias sociais é privado. Mesmo que o seu perfil seja bloqueado, amigos podem ter acesso a fotos ou informações que podem ser compartilhadas com outros. Encare o Facebook como uma rede social mais informal, mas evite exageros.

Fonte: Estadão.com.br