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terça-feira, 5 de novembro de 2013

Curso de Formação de Tutores PII 2º Semestre




Encontram-se abertas no período de 04 a 14 de novembro (17 horas) as inscrições para o Curso de Formação para Professores II candidatos ao Sistema de Tutoria.

A Escola de Formação do Professor Carioca - Paulo Freire, por intermédio da Gerência de Formação Continuada, em atendimento ao disposto no Decreto nº 35.674 de 30 de maio de 2012, nos art. 5º e 6º e na Resolução SME n°1196, de 02 de agosto de 2012, que, respectivamente, criou e regulamentou o Sistema de Tutoria que se destina a orientação, acompanhamento e avaliação dos tutores, previamente selecionados, que terão como atribuições: acompanhar, mediar, avaliar e apoiar as ações educativas dos professores de primeira matrícula na Rede Pública Municipal de Ensino.

O desenvolvimento do trabalho de Tutor é um dos focos da Politica Pública de Educação da Cidade do Rio de Janeiro, que permitirá a médio e longo prazo, resgatar o “sentido humano” da educação, para criação de uma nova cultura escolar.

A formação e a atuação do Tutor objetivam valorizar o exercício da profissão docente a partir de práticas inovadoras em oposição a práticas repetidoras.

Saiba mais sobre o regulamento clicando aqui.

Acesse aqui também:


quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Aniversário de Paulo Freire


Paulo Reglus Neves Freire nasceu no dia 19 de setembro de 1921, no Recife, Pernambuco, uma das regiões mais pobres do país, onde logo cedo pôde experimentar as dificuldades de sobrevivência das classes populares. Trabalhou inicialmente no SESI (Serviço Social da Indústria) e no Serviço de Extensão Cultural da Universidade do Recife.

Ele foi quase tudo o que deve ser como educador, de professor de escola a criador de idéias e "métodos". Sua filosofia educacional expressou-se primeiramente em 1958 na sua tese de concurso para a universidade do Recife, e, mais tarde, como professor de História e Filosofia da Educação daquela Universidade, bem como em suas primeiras experiências de alfabetização como a de Angicos - RN, em 1963. 

A coragem de pôr em prática um autêntico trabalho de educação que identifica a alfabetização com um processo de conscientização, capacitando o oprimido tanto para a aquisição dos instrumentos de leitura e escrita quanto para a sua libertação fez dele um dos primeiros brasileiros a serem exilados.

Para saber mais acesse o site Projeto Memoria:

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