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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

I Conferência de Meio Ambiente da Cidade.


A E/SUBE/CED-Extensividade, por meio do Grupo de trabalho de Educação Ambiental, vem divulgar a I Conferência de Meio Ambiente da Cidade do Rio de Janeiro. Esta Conferência é coordenada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, e se realizará no dia 5 de setembro de 2013, no horário das 8h às 18h, na Fundação RIOZOO, situada no Parque da Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão. 

2. O evento, voltado para a ampliação da coleta seletiva de lixo, com a inclusão social de catadores de materiais recicláveis, pretende contribuir para a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, debatendo, prioritariamente, a política de redução dos impactos das mudanças climáticas e o incentivo à produção e ao consumo sustentáveis. 

3. A Conferência terá a participação de representantes do poder público, cooperativas de catadores, universidades, ONGs, entidades de classe empresariais e outros representantes da sociedade civil.

4. Convidamos os professores da Rede Pública Municipal de Ensino do Rio de Janeiro a participar dessa Conferência. As inscrições podem ser feitas pelo site http://conferenciameioambienterio.com.br/site/ . 


Certos de contar com a sua colaboração na divulgação do evento, desde já agradecemos. 


Respeitosamente,

Denise Mendonça Palha da Silva
Assessora – E/SUBE/CED/EXTENSIVIDADE

Maria de Nazareth Machado de Barros Vasconcellos
Coordenadora da E/SUBE/CED



quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Adoção de áreas verdes ao alcance de todos


Parceria favorece a preservação das áreas públicas e valorização das comunidades locais

01/10/2012 » Autor: Flávia David / Fotos: Pedro Curi

Quer adotar uma árvore ou praça perto de sua casa, mas não sabe o que fazer? É fácil! Coordenado pela Fundação Parques e Jardins (FPJ), o Programa de Adoção de Áreas Públicas está aberto a condomínios, empresas e pessoas físicas. Basta comparecer à sede do órgão, no Campo de Santana, para formalizar sua vontade. É necessário apresentar um documento de identidade e o CPF, em caso de pessoa física, ou os dados da empresa interessada.

Foto: Pedro Curi

Na etapa seguinte, técnicos da FPJ realizam uma vistoria para avaliar quais as condições daquela área e um acordo é assinado entre o adotante e a prefeitura. Assim que este contrato é publicado no Diário Oficial, o cidadão passa a ser responsável pela área.

Estas parcerias trazem benefícios para o adotante e seus vizinhos, uma vez que passam a contar com ruas e praças mais arborizadas e, consequentemente, temperaturas mais baixas. Por isso, vários condomínios e empresas da cidade já aderiram ao programa. Pessoas físicas também, como é o caso da paisagista Beatriz de Santiago, de 34 anos, que no último mês adotou os nove canteiros centrais da Praça Saens Peña, na Tijuca.

Foto: Pedro Curi

Beatriz hoje mora na Lagoa, mas viveu no bairro da Zona Norte por 33 anos. Durante esse tempo, teve uma loja num shopping na praça, de onde podia ver o estado de abandono do local. Inconformada com o estado dos canteiros, manifestou desejo de cuidar da praça e foi informada sobre o programa. Segundo ela, o processo foi rápido e, no último dia 29 de agosto, a adoção foi formalizada. Logo depois, Beatriz firmou parcerias com empresários do entorno. Agora, a paisagista espera que sua iniciativa estimule outras pessoas:

- Projetos como este são de extrema importância para a mobilização e conscientização das pessoas. É preciso que cada um tenha consciência socioambiental. Cuidar do meio ambiente é transformar o que já existe em algo muito melhor - disse Beatriz, que destacou a importância de se cuidar das áreas verdes de uma cidade, especialmente as praças:

Foto: Pedro Curi

- É um espaço de convivência, onde as pessoas se encontram. Por isso, as praças precisam ser bem cuidadas e oferecer conforto aos seus frequentadores, não apenas sob o aspecto da beleza, mas por sua funcionalidade - afirmou a paisagista, adiantando aos interessados que a escolha das mudas deve ser feito com cuidado.

- Para que as plantas durem mais tempo, a escolha das mudas é fundamental. Devem ser grandes e de baixa manutenção - concluiu Beatriz.

O programa foi criado pela Fundação Parques e Jardins com o objetivo de estabelecer parcerias com empresas, associações de moradores e demais seguimentos da sociedade, para que praças públicas, jardins e áreas verdes sejam preservadas. Vale ressaltar que o adotante de uma área verde (que pode ser uma simples árvore, um canteiro, uma praça ou um trecho de parque municipal), além de ser responsável por cuidar daquela área, fazendo a manutenção, deve comunicar à Fundação Parques e Jardins a ocorrência de danos mais graves.

Foto: Pedro Curi

Além disso, a iniciativa gera benefícios imediatos para todos os envolvidos: o adotante tem sua marca associada a projetos de marketing urbanístico, ecológico, cultural e de responsabilidade social; as comunidades locais são valorizadas por estarem próximas a áreas bem cuidadas; e o setor público passa a dispor de mais recursos para investimento em áreas mais carentes da cidade.

Os interessados em adotar uma área pública devem se dirigir à Subgerência de Adoção de Áreas Públicas, que atende no Campo de Santana (Praça da República), de segunda a sexta, das 9h às 17h. A entrada é pelo portão em frente à Rua Moncorvo Filho. Informações pelo telefone 2224-5657.

Fonte: Prefeitura do Rio de Janeiro

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

DIA DA AMAZÔNIA




No dia 5 de setembro comemora-se o dia da Amazônia, a maior floresta do mundo.
A extensão da floresta amazônica abrange, além dos estados brasileiros do Acre, Amapá, Pará, Roraima, Rondônia, Amazonas, Tocantins, Maranhão, área do Mato Grosso, outros países da América do Sul, como: Venezuela, Guianas, Suriname, Bolívia, Colômbia, Peru e Equador.

A área da floresta representa dois quintos da América do Sul e a metade do território brasileiro. Além disso, concebe um quinto das águas doces do mundo, sendo a maior bacia hidrográfica do planeta, com extensão de sete milhões de quilômetros. Os principais rios que formam a bacia são, além do Amazonas, os seus afluentes: Negro, Trombetas e Japurá – à esquerda; e Madeira, Xingu, Tapajós, Purus e Juruá à margem direita.

A Amazônia deve ser preservada, pois é a maior reserva natural do planeta e proporciona o equilíbrio ambiental do mundo.

Sua biodiversidade é muito grande, com espécies animais, vegetais e minerais que formam um ecossistema autossutentável. Pesquisas calculam que em suas riquezas existam cerca de cinco milhões de espécies de plantas, mil e cem espécies de aves; duzentas e cinquenta, de mamíferos; e duas mil, de peixes.

A vegetação da Amazônia é composta por três tipos de matas: a de igapó, de solo inundado; a de várzea, com inundações somente em algumas épocas do ano; e a de terra firme, com solo seco e árvores que alcançam 65 metros.

O clima da região é quente e úmido, com chuvas abundantes o ano todo.

A seringueira é uma das espécies vegetais mais importantes da região, em razão da extração da matéria prima para a produção da borracha, o látex, que é até hoje uma das principais extrações feitas, juntamente com a castanha-do-pará e do guaraná.

Várias espécies vegetais podem ser aproveitadas por indústrias de fabricação de medicamentos e cosméticos, aumentando a economia produtiva do país.

A EMBRAPA – empresa brasileira de pesquisa agropecuária - iniciou em 1990 um trabalho sobre recursos genéticos e a biotecnologia, a fim de organizar a distribuição da heterogeneidade das espécies vegetais da região. Foram levantadas mais de 3.500 espécies, sendo classificadas em gênero e família.

Atualmente, os problemas mais sérios que a Amazônia vem sofrendo são os desmatamentos de suas árvores para o contrabando de madeiras; a caça e a pesca, predatórias, que tem causado a extinção de várias espécies animais; e as disputas de terra.

Pessoas influentes da televisão têm lutado para a preservação da floresta amazônica, através da coleta de assinaturas para que seja feita modificação na Constituição Federal do país, no que diz respeito à preservação da floresta. Através do projeto “Amazônia para Sempre”, buscam junto aos nossos governantes “a interrupção imediata do desmatamento da floresta amazônica.” Você também pode participar!

Com tantas riquezas, a Amazônia tornou-se interesse de grandes potências do mundo. Alguns países têm publicado em seus livros de geografia que a floresta é parte do patrimônio mundial, o que não é verdade. A Amazônia pertence ao território brasileiro e não podemos deixar que outras nações retirem o que é nosso.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia

Equipe Brasil Escola

terça-feira, 5 de junho de 2012

Dia do Meio Ambiente e Ecologia




No dia 05 de junho comemora-se o dia do meio ambiente.

A criação da data foi em 1972, em virtude de um encontro promovido pela ONU (Organização das Nações Unidas), a fim de tratar de assuntos ambientais, que englobam o planeta, mais conhecido como conferência das Nações Unidas.

A conferência reuniu 113 países, além de 250 organizações não governamentais, em que a pauta principal abordava a degradação que o homem tem causado ao meio ambiente e os riscos para sua sobrevivência, de tal modo que a diversidade biológica deveria ser preservada acima de qualquer possibilidade.

Nessa reunião, criaram-se vários documentos relacionados às questões ambientais, bem como um plano para traçar as ações da humanidade e dos governantes diante do problema.

A importância da data está relacionada às discussões que se abrem sobre a poluição do ar, do solo e da água; desmatamento; diminuição da biodiversidade e da água potável ao consumo humano, destruição da camada de ozônio, destruição das espécies vegetais e das florestas, extinção de animais, dentre outros.

A partir de 1974, o Brasil iniciou um trabalho de preservação ambiental, através da Secretaria Especial do Meio Ambiente, para levar à população informações acerca das responsabilidades de cada um diante da natureza.

Mas em face da vida moderna, os prejuízos ainda estão maiores. Uma enorme quantidade de lixos é descartada todos os dias, como sacos, copos e garrafas de plástico, latas de alumínio, vidros em geral, papéis e papelões, causando a destruição da natureza e a morte de várias espécies de animais.
A política de reaproveitamento do lixo ainda é muito fraca, em várias localidades ainda não há coleta seletiva; o que aumenta a poluição, pois vários tipos de lixos tóxicos, como pilhas e baterias são descartados de qualquer forma, levando a absorção dos mesmos pelo solo e a contaminação dos lençóis subterrâneos de água.

É importante que a população seja conscientizada dos males causados pela poluição do meio ambiente, assim como de políticas que revertam tal situação.

E cada um pode cumprir com o seu papel de cidadão, não jogando lixo nas ruas, usando menos produtos descartáveis e evitando sair de carro todos os dias. Se cada um fizer a sua parte, o mundo será transformado e as gerações futuras viverão sem riscos.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia