quinta-feira, 6 de junho de 2013

Biblioteca Digital Mundial‏




A BIBLIOTECA DIGITAL MUNDIAL, Reúne mapas, textos, fotos, gravações e filmes de todos os tempos, e explica em sete idiomas, as joias e relíquias culturais de todas as bibliotecas do planeta. Tem, sobretudo caráter patrimonial", antecipou em La Nacion Abdelaziz Abid, coordenador do projeto impulsionado pela UNESCO e outras 32 instituições.

A BDM não oferecerá documentos correntes, a não ser "com valor de patrimônio, que permitirão apreciar e conhecer melhor as culturas do mundo em idiomas diferentes: árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português. Mas há documentos em linha em mais de 50 idiomas".

Entre os documentos mais antigos há alguns códices pré-colombianos, graças à contribuição do México, e os primeiros mapas da América, desenhados por Diego Gutiérrez para o rei de Espanha em 1562", explicou Abid.

Os tesouros incluem o Hyakumanto darani, um documento em japonês publicado no ano 764 e considerado o primeiro texto impresso da história; um relato dos astecas que constitui a primeira menção do Menino Jesus no Novo Mundo; trabalhos de cientistas árabes desvendando os mistérios da álgebra; ossos utilizados como oráculos e esteiras chinesas; a Bíblia de Gutenberg; antigas fotos latino-americanas da Biblioteca Nacional do Brasil e a célebre Bíblia do Diabo, do século XIII, da Biblioteca Nacional da Suécia.

Fácil de navegar: Cada joia da cultura universal aparece acompanhada de uma breve explicação do seu conteúdo e seu significado. Os documentos foram passados por scanners e incorporados no seu idioma original, mas as explicações aparecem em sete línguas, entre elas o português. A biblioteca começa com 1200 documentos, mas foi pensada para receber um número ilimitado de textos, gravados, mapas, fotografias e ilustrações.

Como acessar o site global? Embora seja apresentado oficialmente na sede da UNESCO, em Paris, a Biblioteca Digital Mundial já está disponível na Internet, através do site: www.wdl.org

O acesso é gratuito e os usuários podem ingressar diretamente pela Web, sem necessidade de se registrarem. Permite ao internauta orientar a sua busca por épocas, zonas geográficas, tipo de documento e instituição.

O sistema propõe as explicações em sete idiomas (árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português), embora os originais estejam na sua língua original. Desse modo, é possível, por exemplo, estudar em detalhe o Evangelho de São Mateus traduzido em aleutiano pelo missionário russo Ioann Veniamiov, em 1840.

Com um simples clique, podem-se passar as páginas um livro, aproximar ou afastar os textos e movê-los em todos os sentidos. A excelente definição das imagens permite uma leitura cômoda e minuciosa.

Entre as joias que contem no momento a BDM está a Declaração de Independência dos Estados Unidos, assim como as Constituições de numerosos países; um texto japonês do século XVI considerado a primeira impressão da história; o jornal de um estudioso veneziano que acompanhou Fernão de Magalhães na sua viagem ao redor do mundo; o original das "Fábulas" de La Fontaine, o primeiro livro publicado nas Filipinas em espanhol e tagalog, a Bíblia de Gutemberg, e umas pinturas rupestres africanas que datam de 8.000 A.C.

Duas regiões do mundo estão particularmente bem representadas: América Latina e Oriente Médio. Isso deve-se à ativa participação da Biblioteca Nacional do Brasil, à biblioteca de Alexandria no Egito e à Universidade Rei Abdulá da Arábia Saudita.

A estrutura da BDM foi decalcada no projeto de digitalização da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, que começou em 1991 e atualmente contém 11 milhões de documentos em linha. Os seus responsáveis afirmam que a BDM está sobretudo destinada a investigadores, professores e alunos.

Mas a importância que reveste esse site vai muito além da incitação ao estudo das novas gerações que vivem num mundo audiovisual. Esta é uma notícia que não só vale a pena reenviar, mas sim, é um dever ético, fazê-lo!

Concurso de Resenhas e Relatos da Biblioteca do Professor

Nosso professor BRUNO GOMES HOSP - PI – Geografia, lotado na E. M. João Proença foi um dos vencedores do concurso com a resenha do livro: ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA, José Saramago, Companhia das Letras.


RESENHA

Talvez não o melhor ou mais premiado livro de José Saramago, mas com certeza um dos mais famosos e questionadores, “Ensaio Sobre a Cegueira” nos apresenta a história de um homem que de repente fica cego, sem nenhum motivo plausível. Porém, não é uma cegueira comum, negra, trata-se de uma cegueira branca (“como se tivesse caído num mar de leite”), como se o excesso de luz, simbolizando a variedade enorme e veloz de informação, típico de nosso tempo, tivesse-o cegado.

Com o decorrer da história, percebe-se que, uma a uma, as pessoas passam a sofrer da mesma cegueira, até chegar ao ponto de todos ficarem cegos; todos menos a mulher do médico que atendeu o primeiro cego. Assim, a história começa a tomar forma, e a busca por uma resposta àquela situação nos envolve no enredo do livro.

Entretanto, a cegueira é só o pano de fundo para uma análise da sociedade e da natureza humana, que nos leva a observar de perto as reações primitivas do ser humano diante a um mundo caótico, sem leis, governos, lares, onde o pior da humanidade fica estampado, sem pudores, através de situações vividas por um grupo de pessoas que inclui o “primeiro cego”, a “mulher do primeiro cego”, o “médico” e a “mulher do médico” (a única a enxergar), uma “rapariga de óculos escuros”, um „rapazinho estrábico”, um “velho de venda preta” (que já era cego antes do acontecimento, mas que teve sua cegueira “branqueada” como a dos outros) e um “cão de lágrimas”.

A ausência de nomes é outro ponto que chama atenção nessa obra de Saramago, os personagens são chamados como sua primeira aparição os definiu, como se a primeira impressão fosse tão forte que tivesse ficado embutida na forma de “enxergar o outro” (entre aspas, já que eram cegos). Essa forma de caracterizar os personagens revela uma crítica forte às conclusões e julgamentos precipitados que podemos fazer do outro logo ao conhecê-lo.

Dentre os vários pontos da trama, destaca-se o fato da mulher do médico enxergar. Por que isso acontece? Seria ela especial? Imune? Não há respostas para essas perguntas, talvez seja só mais uma forma de Saramago exaltar as qualidades femininas, como sempre faz em suas obras (sempre dedicadas à sua companheira Pilar); talvez pelo fato dela apresentar uma personalidade mais humana, enxergar o mundo por uma ótica mais compreensiva, inerte aos pudores e dogmas sociais. Isso não chega a ter importância, o fato é que ela se torna a principal personagem da história, sendo responsável por guiar o grupo e protegê-los dos perigos do mundo no qual estão inseridos. Ela seria a consciência daquele mundo e, possivelmente, o alter ego do autor, responsável pela narração e por nos conduzir junto aos peregrinos cegos.

O título não se resume à tal cegueira branca, o livro realmente faz um ensaio superficial sobre os tipos de cegueiras, físicas ou não, mas nos remete a repararmos na mais comum e maléfica das cegueiras, a cegueira imposta pela sociedade: uma barreira que não nos permite enxergar o que realmente importa nas relações humanas e na maneira de vermos o mundo. Barreira derrubada no decorrer da trama que nos deixa em xeque a todo o momento conosco mesmo e nossas convicções, nos remetendo à frase que define o livro: “Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara.” (José Saramago).


5 de junho - Dia Mundial do Meio Ambiente, por Ban Ki-moon

Pensar. Comer. Conservar: Diga não ao desperdício.” Mensagem do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, para o Dia Mundial do Meio Ambiente, lembrado em 5 de junho de 2013.
ONU e parceiros alertam contra o desperdício de alimentos. Foto: PNUMA
ONU e parceiros alertam contra o desperdício de alimentos. Foto: PNUMA
“Vivemos em um mundo de abundância, onde a produção de alimentos é superior à sua procura, mas cerca de 870 milhões de pessoas estão subnutridas e o crescimento retardado na infância é uma pandemia silenciosa.
Para criar o futuro que queremos, devemos corrigir essa desigualdade. Devemos assegurar o acesso a uma nutrição adequada para todos, duplicar a produtividade dos pequenos agricultores que cultivam a maior parte dos alimentos nos países em desenvolvimento e tornar os sistemas alimentares sustentáveis face aos choques ambientais e econômicos. Esta é a visão do meu “Desafio Fome Zero”, lançado no ano passado na Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.
Uma forma de minimizar o problema da fome e melhorar o bem-estar dos mais vulneráveis é procurar soluções para a enorme perda e o desperdício inerente aos sistemas alimentares dos dias de hoje. Atualmente, pelo menos um terço de todos os alimentos produzidos não chega à mesa das pessoas. Isto é uma ofensa a todos os que têm fome, mas também representa um custo enorme para o meio ambiente em termos de energia, terra e água.
Nos países em desenvolvimento, as pragas, instalações inadequadas de armazenamento e cadeias produtivas ineficientes são os principais motivos para a perda de alimentos. Aqueles que cultivam alimentos para exportação também estão, muitas vezes, à mercê das expectativas de compradores rigorosos que valorizam a perfeição estética.
Nos países desenvolvidos, os alimentos jogados fora pelas famílias e pelas indústrias de restaurantes e varejo apodrecem em aterros, liberando quantidades significativas de metano, um gás poderoso que provoca o efeito estufa.
A perda e o desperdício de alimentos são algo que todos nós podemos resolver. É por isso que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente [PNUMA], a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura [FAO] e os parceiros dos setores públicos e privados lançaram a campanha “Pensar. Comer. Conservar: Diga não ao desperdício”, para aumentar a conscientização em nível mundial e mostrar soluções relevantes tanto para os países desenvolvidos quanto em desenvolvimento.
Infraestrutura e tecnologia podem reduzir a quantidade de alimentos que estragam após a colheita e antes de chegarem ao mercado. Os governos dos países em desenvolvimento podem trabalhar para melhorar a infraestrutura essencial e maximizar as oportunidades de comércio com os países vizinhos. Os países desenvolvidos podem apoiar o comércio justo e racionalizar a ‘data de validade’ e outros sistemas de rotulagem. As empresas podem rever seus critérios de rejeição de produtos, enquanto os consumidores podem minimizar o desperdício comprando somente o que precisam e reutilizando os alimentos que restaram.
Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, encorajo todos os atores da cadeia alimentar global a assumirem a responsabilidade por sistemas alimentares ambientalmente sustentáveis e socialmente justos.
A população mundial deve aumentar dos 7 bilhões atuais para 9 bilhões em 2050. Mas o número de pessoas com fome não precisa necessariamente aumentar. Ao reduzir o desperdício de alimentos, podemos economizar dinheiro e recursos, minimizar o impacto ambiental e, sobretudo, avançar no sentido de um mundo onde todos tenham o suficiente para comer.”
Acesse a mensagem em inglês emwww.unep.org/wed/messages/SG.asp
Acesse a página oficial do Dia Mundial do Meio Ambiente, em português, em www.unep.org/portuguese/wed

Fonte: ONUBR

domingo, 2 de junho de 2013

Seminário CRACK “ Da Abordagem ao Tratamento”- Programa de Prevenção à Dependência Química

O Seminário foi organizado com a parceria da Secretaria de Governo através dos psicólogos Marcelo Riff e Roberto Coelho.

Prezadas (os)
Dando continuidade ao Programa de Prevenção à Dependência Química 2013, estamos divulgando o Seminário CRACK “Da Abordagem ao Tratamento” que será realizado no dia 10 de junho de 2013 com inicio às 10 horas.
Esclarecemos que o evento é uma iniciativa do Ministério Público do Estado do Rio de janeiro  e Conselho Municipal Antidrogas - COMAD e será mais uma ferramenta para a sua formação de Agente Multiplicador  de Prevenção à Dependência Química.
Contamos com a sua presença.
Profª Gloria Macedo
E/SUBE/CED/SME
Equipe de Prevenção à Dependência Química


OBS.: Este convite está aberto aos Professores, apoio, auxiliar de creche, secretário, inspetor.

O funcionário que quiser participar deve enviar: nome, matrícula e lotação para o e-mail da GED - gedcre09@rioeduca.net  (aos cuidados de Ana Cristina) ou Assessoria  de Gabinete aaicre09@rioeduca.net (aos cuidados de Linda Luiza) 


quarta-feira, 29 de maio de 2013

Dia do Estatístico

A palavra "estatística" vem do alemão Statistik, palavra criada pelo cientista Schmeitzel, a partir do latim statisticum. Significa "analisar", "verificar". Atualmente, a estatística moderna consiste em um conjunto de técnicas e métodos de pesquisa, envolvendo o planejamento do que se quer medir, a coleta qualificada de dados, a inferência, o processamento, a análise e a distribuição das informações. Em suma, o objetivo principal da estatística é fornecer métodos e técnicas para que se possam interpretar situações incertas.
Estatístico
O uso da estatística existe há mais de cinco mil anos. Em 3000 a.C., eram feitos censos na Babilônia, na China e no Egito. O imperador César Augusto, por exemplo, ordenou que se fizesse o censo de todo o Império Romano, porque as informações eram utilizadas para a aplicação de impostos e alistamento militar. Essa aplicação da estatística perdurou até a Idade Média, visto que a população influenciava diretamente no poderio militar de uma nação.
Entre os séculos XVI e XVIII, o poder econômico começou a ganhar mais importância que o poder militar. O mercantilismo fez uso da estatística para analisar variáveis econômicas tais como: comércio exterior, produção de bens, alimentos e riquezas. Assim, a estatística passou a ser considerada disciplina autônoma, com o objetivo básico de descrever os bens do Estado.
No Brasil, o ensino da estatística teve início oficialmente com os primeiros cursos dos Institutos de Educação do Rio de Janeiro e de São Paulo.
Atualmente, o órgão governamental responsável pelas estatísticas no Brasil é o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), fundado em 1934, com o nome de Instituto Nacional de Estatística (INE) A principal missão do IBGE é retratar o Brasil com informações necessárias ao conhecimento da sua realidade e ao exercício da cidadania. Para tanto, por meio da estatística, o IBGE colhe os dados sobre a situação social, econômica e demográfica do país, fornecendo os números à sociedade.


O QUE É A ESTATÍSTICA?

O que modernamente se conhece como Ciências Estatísticas, ou simplesmente Estatística, é um conjunto de técnicas e métodos de pesquisa que entre outros tópicos envolve o planejamento do experimento a ser realizado, a coleta qualificada dos dados, a inferência, o processamento e análise das informações e a disseminação das informações.

Estatístico
O desenvolvimento e o aperfeiçoamento de técnicas estatísticas de obtenção e de análise de informações permite o controle e o estudo adequado de fenômeno, fatos, eventos e ocorrências em diversas áreas do conhecimento. A Estatística tem por objetivo, fornecer métodos e técnicas para lidarmos, racionalmente, com situações sujeitas a incertezas.
"Estatística é a ciência de torturar os números até que eles confessem."

ÁREA DE ATUAÇÃO

Grande parte das informações divulgadas pelos meios de comunicação atuais provém de pesquisas e estudos estatísticos. Os índices da inflação e de emprego e desemprego, divulgados e analisados pela mídia, são um exemplo de aplicação da Estatística no nosso dia a dia. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE é o órgão responsável pela produção das estatísticas oficiais que subsidiam estudos e planejamentos governamentais no Brasil.
Os conceitos estatísticos têm exercido profundas influências na maioria dos campos do conhecimento humano. Métodos estatísticos vêm sendo utilizados no aprimoramento de produtos agrícolas, no desenvolvimento de equipamentos espaciais, no controle do tráfego, na previsão de surtos epidêmicos bem como em melhorias de processos de gerenciamento, tanto na área governamental como nos negócios, de um modo geral.
Na prática, a Estatística pode ser empregada como ferramenta fundamental em várias outras ciências:

Na área médica, por exemplo, a Estatística fornece metodologia adequada que possibilita decidir sobre a eficiência de um novo tratamento no combate à determinada doença. A Estatística permite identificar situações críticas e, conseqüentemente, atuar em seu controle, desempenhado papel crucial, por exemplo, no estudo da evolução e incidência da AIDS.
Na área tecnológica, o advento da era especial susticou diversos problemas relacionados ao cálculo de posição de uma astronave, cuja solução depende fundamentalmente de conceitos e teorias estatísticas mais elaborados, considerando que estas informações (por exemplo, sinais de satélites) são recebidas de forma ruidosa e incerta.
Na área de Pesquisas de mercado e de opinião pública para definição de novos produtos, lançamentos, vendas, etc.
Na Indústria, controle estatístico de qualidade para otimização e análise de processos industriais.
Censos, levantamentos oficiais por amostragem e análises demográficas.
Definição de indicadores econômicos e sociais.
Em sociologia, estudo de fatores desencadeadores de comportamento violento, tipificação do uso de drogas, causas de reincidência de criminalidade, etc.
Na arte, estabelecendo padrões de estilo para a organização cronológica das obras de determinado autor, detecção de padrões predominantes na composição musical e suas diferenciações de estilo, etc".
Órgãos governamentais - federais, estaduais e municipais - empresas de economia mista, estatais, instituições de pesquisa, centros e departamentos de processamento de dados, firmas de planejamento, estabelecimentos industriais, comerciais, bancários e prestadores de serviço, empresas de pesquisa de opinião e de mercado, estabelecimentos de ensino, etc., bem assim, atuando como autônomo.
Acrescente-se a essas, as áreas de Farmácia, Psicologia, Odontologia, Ecologia, Biologia e Geografia, dentre outras, bem como a área do magistério - notadamente no ensino superior - que se vê descortinado, o vasto campo de atuação do profissional da Estatística.

PERSPECTIVAS FUTURAS DO ESTATÍSTICO

ESTATÍSTICA - A PROFISSÃO DO FUTURO

A demanda cresce dia após dia. Este crescimento uso da Estatística vem ao encontro da necessidade de realizar análises e avaliações objetivas e fundamentadas em conhecimentos científicos. As organizações modernas estão se tornando cada vez mais dependentes de dados e informações estatísticas para obter informações essenciais sobre seus processos de trabalho e principalmente sobre a conjuntura econômica e social. Devido a esta tamanha importância que a Estatística tem e terá cada vez mais no decorrer do tempo, hoje ela é conhecida como a PROFISSÃO DO FUTURO.
As informações estatísticas são concisas, específicas, eficazes e, quando analisadas com a ajuda dos instrumentos/técnicas formais de análise estatística, fornecem subsídios imprescindíveis para as tomadas racionais de decisão. Neste sentido, a Estatística fornece ferramentas importantes para que as empresas/instituições possam definir melhor suas metas, avaliar sua performance, identificar seus pontos fracos e atuar na melhoria contínua de seus processos.

MERCADO DE TRABALHO

A diversidade de atuação é um dos grandes atrativos da Estatística, que pode promover a melhoria da eficiência e também a solução de vários problemas práticos importantes em quase todas as áreas do saber: das ciências naturais às sociais. A Seguir, algumas das áreas em que a atuação do Estatístico adquire maior relevância, bem como as principais atribuições deste profissional.
Na indústria: No planejamento industrial, desde os estudos de implantação de fábrica até a avaliação das necessidades de expansão industrial; na pesquisa e desenvolvimento de técnicas, produtos e equipamentos; nos testes de produtos; no controle da qualidade e da quantidade; no controle de estoques; na avaliação de desempenho das operações; nas análises de investimentos operacionais; nos estudos de produtividade; na previsão de acidentes de trabalho; no planejamento de manutenção de máquinas, etc.
Na Área de Recursos Humanos: Na pesquisa da compatibilização entre os conhecimentos e habilidade dos empregados e as atividades desenvolvidas por eles; estuda os salários, as necessidades de treinamento (assim como avalia os treinamentos realizados); propõe planos de avaliação de desempenho do quadro funcional; elabora plano de previdência complementar e de fundos de pensão; avalia planos de saúde, etc.
Nas Universidades e nas Instituições de Pesquisas: O Estatístico pode atuar como docente, ministrando disciplinas relacionadas à Estatística, pesquisando e desenvolvendo novas metodologias de análise estatística para os mais variados problemas práticos e teóricos, assessorando pesquisadores de outras áreas, dando-lhes suporte científico para que consigam tomar decisões acertadas dentro da variabilidade intrínseca de cada problema, auxiliando-os na escolha da metodologia científica a ser adotada, no planejamento da pesquisa, na escolha qualificada dos dados, na análise das respostas, etc.
Na Área de Demografia: O Estatístico estuda a evolução e as características da população; estabelece tábuas de mortalidade; analisa os fluxos migratórios; estabelece níveis e padrões para testes clínicos; planeja e realiza experimentos com grupos de controle, para avaliação de tratamentos; desenvolve estudos sobre a distribuição e indicidência de doenças, etc.
Na Área de Marketing e na Análise de Mercado: O Estatístico traz um perfil adequado para trabalhar na monitoração e análise do mercado, nos sistemas de informações de marketing, na prospecção e avaliação de oportunidades, na análise e desenvolvimento de produtos, nas decisões relativas a preços, na previsão de vendas, na logística da distribuição e nas decisões de canais, no desenvolvimento e avaliação de campanhas publicitárias etc.
Na Área Financeira e Bancária: O Estatístico pode trabalhar na área financeira: no departamento de seguro e, também, na análise atuarial, na avaliação e na seleção de investimentos, no estudo e no desenvolvimento de modelos financeiros, no desenvolvimento de informações gerenciais; na definição, na análise e no acompanhamento de carteiras de investimentos; nas análises de fluxo de caixa; na avaliação e na projeção de indicadores financeiros; na análise das demonstrações contábeis; no desenvolvimento e no acompanhamento dos produtos e serviços financeiros etc.
As responsabilidades e atribuições do estatístico estão regidas pela Lei nº 4.739, fr 15 de julho de 1965, que criou a profissão, e pelo Decreto nº 62.497, que regulamentou o seu exercício profissional. O Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Estatística constituem as autarquias que têm por finalidade orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão em todo Território Nacional.

O PERFIL DO ESTATÍSTICO

A formação acadêmica do estatístico está fundamentada em conhecimentos de Matemática, Cálculo e Teoria das Probabilidades, Técnicas e Métodos Estatísticos, Computação, Métodos de Análise Estatística e Disciplinas Profissionalizantes.
Essa formação acadêmica básica permite ao estatístico utilizar técnicas para:
Efetuar levantamentos e análise de informações; 
Planejar e realizar experimentos e pesquisas em várias áreas científicas; e 
Formular a solução para os mais variados e complexos problemas concernentes à melhoria e otimização dos mais variados processos.
A exploração de vastas e diversas bases de dados estatísticos, hoje existentes, requer um profissional capaz de extrair daí relevantes informações através do uso de modernas técnicas de amostragem, modelagem e inferência, que são algumas das ferramentas usuais da Estatística.
A formação de estatístico desenvolve aptidões que lhe permitam solucionar problemas atuando como um detetive em busca de evidências quantitativas sobre determinados fenômenos.

É preciso, pois:

Uma boa dose de habilidade numérica, de raciocínio abstrato, de atenção concentrada, de exatidão e rapidez de cálculo, de meticulosidade, de facilidade para associar, deduzir e sintetizar;
Incorporar habilidades no uso de computadores, fator preponderante para o exercício da profissão;
Desenvolver uma boa comunicação oral e escrita;
Estar permanentemente aberto ao aprendizado de novas técnicas e métodos de trabalho;
Aprender a trabalhar em conjunto com profissionais de diferentes áreas do conhecimento.

Fonte principal: Portal São Francisco

Dia do Geógrafo



A data escolhida faz menção ao dia em que o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) começou a desenvolver suas atividades, em 1936.

“Especialista em geografia: ciência que trata da descrição da Terra e do estudo dos fenômenos físicos, biológicos e humanos que nela ocorrem, suas causas e relações.”
Dicionário Houaiss

A atuação do geógrafo é fundamental para conhecermos melhor o planeta em que vivemos e, por isso, devemos valorizar sua importante atuação. Sendo assim, em 29 de maio, comemora-se o Dia do Geógrafo.

A data escolhida faz menção ao dia em que o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) começou a desenvolver suas atividades, em 1936. Entretanto, naquela época, chamava-se Instituto Nacional de Estatística (INE). Só no ano seguinte, foi instituído e incorporado o Conselho Brasileiro de Geografia e, a partir de então, passou a ser chamado de IBGE.

A profissão

De acordo com o IBGE, os chineses foram os primeiros geógrafos do mundo, pois foram os pioneiros na organização de dados geográficos sobre a região onde vivem. No Brasil, a profissão de geógrafo foi regulamentada pela lei no 6.664, de 1979.

Para se graduar em Geografia, o estudante pode optar por licenciatura e/ou bacharelado. No caso da primeira, poderá atuar, por exemplo, como professor, orientador, coordenador ou consultor no Ensino Fundamental e Médio. Optando por bacharel, será um profissional - geógrafo - que poderá atuar em empresas públicas e privadas ou como autônomo. Neste último caso, para exercer a profissão, é preciso obter registro no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA) de seu estado.




Atualmente, o mercado de trabalho para os geógrafos tem se ampliado devido à necessidade da atuação deste profissional em várias funções, como, por exemplo: técnico de planejamento para o reconhecimento, levantamento, análise e mapeamento de aspectos socioambientais, elaboração de pesquisas, prestação de consultorias especializadas na área de geografia, sociedade e meio ambiente, entre outros.

A ciência

O objeto de estudo da Geografia é a sociedade e sua organização espacial, possuindo como um dos temas centrais a relação homem-natureza. Entre os objetivos dessa ciência, temos: o estudo da superfície terrestre: o revelo, o clima, a vegetação; a relação entre o homem e o meio ambiente, para compreender e planejar o espaço onde se vive, por meio da economia, a distribuição geográfica populacional, as divisões políticas/culturais, entre outros.




Em comemoração ao Dia do Geógrafo, Milton Santos, um dos geógrafos de maior expressividade no Brasil, enviou um depoimento ao IBGE sobre a importância da Geografia

“O papel da Geografia é explicar as relações que se estabelecem, ao longo da história, entre a humanidade e o Planeta e a constituição das paisagens e espaços resultantes."


Parabéns, geógrafos!


terça-feira, 28 de maio de 2013

Recursos Educacionais Abertos: pelo livre acesso ao conhecimento


Materiais educacionais abertos incentivam colaboração, autoria de alunos e professores e a produção de conteúdos locais


Graziela Massonetto

"Materiais de ensino, aprendizado e pesquisa em qualquer suporte ou mídia, que estão sob domínio público, ou estão licenciados de maneira aberta, permitindo que sejam utilizados ou adaptados por terceiros" é a definição de Recursos Educacionais Abertos (REA) dada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Qualquer ferramenta, material ou técnica, que apoie o acesso ao conhecimento e seja aberto, pode ser considerado REA: cursos completos, partes de cursos, módulos, livros didáticos, artigos de pesquisa, vídeos, testes, etc.


É um movimento emergente da educação, alavancado pela Internet, e que tem como marcas a colaboração e a interatividade. Ele surge pela premissa de que todos devem ter a liberdade de usar, personalizar, melhorar e redistribuir recursos educacionais, sem restrições. Os benefícios são inúmeros. O maior deles, de acordo com a pesquisadora em recursos e práticas educacionais abertas Andreia Inamorato, é o livre acesso ao conhecimento. "Como eles estão licenciados de maneira aberta, qualquer pessoa pode ter contato, é permitido que sejam utilizados e/ou adaptados por terceiros", conta.

O REA se apoia em três elementos principais: conteúdos de aprendizado, como cursos completos e metodologias de ensino e aprendizado; ferramentas técnicas, como sistemas de gerenciamento de conteúdo e comunidades de aprendizado online; e recursos para implementação, ou seja, licenças de propriedade intelectual para promover a publicação aberta de materiais. O usuário que esteja interessado em utilizar REA não precisa necessariamente estar vinculado a uma instituição de ensino. "Qualquer pessoa pode acessar e compartilhar o conhecimento que antes ficava fechado a quatro portas na sala de aula", revela Andreia.

A ideia principal por trás do REA é que qualquer coisa publicada pode ser utilizada e recombinada por outras pessoas, aumentando o conhecimento de todos. A especialista salienta que existem quatro liberdade mínimas do REA, os chamados "4Rs": "revisar, reusar, remixar e redistribuir. "Dessa maneira, compreendemos a liberdade de usar o original, de adaptá-lo e aprimorá-lo, além de fazer recombinações. Mas acredito que o mais importante seja a redistribuição, para que o REA alcance mais pessoas".

EconomiaOutro grande benefício é em relação aos custos. O REA pode diminuir os custos de acesso a educação. "Hoje, só quem está matriculado nas escolas têm acesso ao material didático pago com dinheiro público. Se esse material estiver disponível na internet sob uma licença livre, em um formato aberto, qualquer falante de língua portuguesa terá acesso a ele. O acesso a materiais de qualidade é um direito. Um lema que resume REA é afirmar que material didático pago com dinheiro público deve pertencer ao público", diz Bianca Santana, jornalista e integrante da comunidade de Recursos Educacionais Abertos e da Casa da Cultura Digital.

A maioria dos REA são gratuitos ou têm preços mais acessíveis. Quando digitais, os custos de reprodução dos REA são praticamente zero, o que reduz os custos de distribuição e logística. Por serem abertos, também são reduzidos, quando não abolidos, os custos e o tempo gasto para a negociação de modelos de licenciamento que possuem todos os seus direitos reservados aos proprietários e não podem ser livremente compartilhados, gerando uma maior burocracia por ser uma propriedade privada.

Restam os custos de produção. Entretanto, de acordo com a comunidade REA Brasil (http://rea.net.br/site/ ), quando a produção de recursos educacionais já faz parte do dia a dia do educador, disponibilizá-lo como REA não aumenta seu custo de produção.

Além disso, com o uso e o aprimoramento desse REA por pares e usuários, a decisão de disponibilizar o conteúdo pode diminuir seu custo de produção pois, com isso, um grupo irrestrito de colaboradores tem acesso para conservá-lo, melhorá-lo e adaptá-lo.

Muitas vezes, os mesmos recursos educacionais geram custos duas vezes:  ao pagar impostos, como é o caso de editoras; e a pagar novamente quando há a compra do livro didático. Para resolver tais impasses,  especialistas defendem políticas públicas que incentivem a adoção, o investimento e a preferência por REA nas compras e projetos governamentais.

Praticando REAAo utilizar, produzir e compartilhar REA, os professores começam a desenvolver uma nova prática acadêmica e pedagógica.  Uma das grandes vantagens é exatamente a liberdade de adaptação. Um professor que mora na periferia do Pará, por exemplo, pode adaptar o conteúdo das aulas de geografia para a realidade de sua região. Dessa maneira, os alunos terão acesso a um material que fala sobre o lugar em que vivem. Com essa aproximação, o aprendizado pode se tornar mais concreto.

Muitos professores, entretanto, se sentem inseguros ao produzir o material, por medo de não estar bom o suficiente para ser distribuído publicamente. "Mas essa insegurança é positiva, porque quando o professor produz REA ele toma um cuidado até maior do que se ele soubesse que esse material não sairia da sala de aula, o que geralmente aumenta a sua qualidade", conta Andreia. Nesse sentido, produzir REA pode ser uma boa alternativa para ajudar os professores a ganharem maior confiança.

"Reconhecer REA como uma prática pedagógica, que tem valor profissional e talvez até oferecendo um auxílio financeiro ao professor, pode ser um grande incentivo", acredita. O treinamento na construção e uso de REA pode entrar como formação ou aperfeiçoamento profissional no uso de novas tecnologias e inovação em metodologia educacional.

Assim, além de incentivar práticas de colaboração, participação e compartilhamento, incentivar que educadores e estudantes sejam reconhecidos como autores, aproveitar melhor os recursos públicos investidos em material didático, o REA tem como perspectiva uma educação de qualidade, acessível, que integre distintas formas individuais de aprendizagem e incentive a produção de conteúdos locais.


Confira a lista de sites com conteúdo REA disponíveis para utilização:


sexta-feira, 24 de maio de 2013

A Natura Musical


Edital Nacional 2013


 Revelar a alma brasileira

Promover nossas raízes,

Estimular o diálogo entre ritmos,

Difundir a música que toca e que se transforma…

Se você tem um projeto inédito, que valorize a música brasileira, participe do programa que já apoiou mais de 200 iniciativas por todo o país. Serão aceitos projetos das diferentes áreas artísticas, desde que tenham a música como eixo principal.

A partir de um Termo de Cooperação entre o Ministério da Cultura e a Natura, não é mais necessária a aprovação na Lei Rouanet ou Lei do Audiovisual no momento de inscrição no edital.

 Inscrições: de 21 de maio a 28 de junho de 2013.

 PARTICIPE:

1) Leia o Regulamento.

 2) INSCREVA-SE.

Clique em dos Formulários de Inscrição abaixo, de acordo com a modalidade do seu projeto:



 3) Baixe, preencha e anexe o modelo de Planilha de Orçamento.

 Natura Musical. Nos encontramos na Música. 




segunda-feira, 20 de maio de 2013

Abertas as inscrições para o módulo de Introdução à Linguagem de Animação / Anima Escola




Solicitamos informar às unidades escolares de Ensino Fundamental, em especial às que participam do Projeto Cineclube nas Escolas, que estão abertas até o dia 21 de maio as inscrições para o módulo Introdução à Linguagem de Animação do Projeto Anima Escola. 
Os interessados deverão enviar um e-mail para  inscricaoanima2013@gmail.com com as seguintes informações:
 
 
1) Nome Completo:
2) Lotação (designação e nome da unidade) pela qual se inscreverá para a ação:
3) Matrícula:
4) Cargo e/ou Função:
5) E-mail:
 
Os professores que participarem do módulo de Introdução à Linguagem de Animação terão prioridade de inscrição para as próximas etapas do projeto.
 
 
MÓDULO INTRODUÇÃO À LINGUAGEM DE ANIMAÇÃO
 
I - Data: 27/5 (2a feira)
 
II - Horário: 13h às 17h
 
III - Local: Escola de Formação do Professor Carioca Paulo Freire (Av. Presidente Vargas, 1314 - Centro - Tel.: 2253 4387 ou 2253 0312)
IV - Vagas: 100 (Participarão da capacitação os 100 primeiros professores que enviarem suas inscrições. As inscrições serão confirmadas por e-mail)
 
V - Carga horária: 4 horas
 
VI Inscrições: SOMENTE pelo e-mail inscricaoanima2013@gmail.com: de 13 a 21/5.
 
VI - Programa:
- Apresentação do projeto Anima Escola 2013;
- Exibição de filmes de animação realizados em 2012;
Apresentação das técnicas de animação e suas possibilidades de uso em sala de aula;
- Experimentação prática dos professores das técnicas de massinha e pixilation.
 
Essa é mais uma ação de formação do Projeto Cineclube nas Escolas, da Gerência de Mídia-Educação.
 
E/SUBE/CED/Mídia-Educação
Tel:2976-2318 /2976-2319

15º SALÃO DO LIVRO INFANTIL E JUVENIL - 2013



ORIENTAÇÕES


Local: Centro de Convenções SulAmérica, Av. Paulo de Frontin com Av. Pres. Vargas, Cidade Nova, RJ, Tel. 3293 6700.

Período: 05 a 16/06

Horário: Dias de Semana: 8h30min às 18h
   Sábado e Domingo: 10h às 20 h.



I - Compra de Livros:

·         1004 escolas públicas de ensino fundamental; 249 creches, 171 EDI e 16 Bibliotecas Escolares Municipais, totalizando 1440 Unidades da Rede Pública Municipal de Ensino receberão a verba de R$ 600,00 para a compra de livros durante o evento. Estas unidades estão relacionadas nas listagens enviadas para as CRE com a solicitação dos nomes dos compradores.

·         129 escolas que possuem mais de 1000 alunos receberão verba adicional de R$ 300,00, perfazendo um total de R$ 900,00 de compras.

·         CD e DVD só poderão ser adquiridos se acompanhados dos respectivos títulos de Literatura;

  • Os professores e bibliotecários designados para a realização da compra receberão, na entrada do Salão, um cartão magnético nominal com crédito de R$ 600,00, (R$ 900,00 para as escolas com mais de 1000 alunos), a credencial de professor/bibliotecário comprador e uma sacola para a compra de livros. O cartão magnético, a credencial e a sacola para compra de livros deverão ser retirados no local do evento (balcão de entrada), onde compradores deverão identificar-se com contracheque ou carteira funcional e identidade;
OBS.: Não haverá a possibilidade de substituição de professor/bibliotecário comprador, pois os cartões magnéticos serão confeccionados anteriormente.

  • Em casos extremos, no impedimento de comparecimento dos dois professores indicados para a compra, a escola deverá enviar um substituto, portando Memorando em duas vias, assinado pela Direção da Escola e com os telefones da Sr/Srª. Diretora. Esse professor deverá procurar o estande da SME, com o Memorando, a identidade e contracheque para solicitar autorização para realizar a compra.

  • Após a compra de qualquer título, o professor/bibliotecário comprador deverá guardar os tíquetes impressos pelas máquinas e/ou notas fiscais de compra, com objetivo de comprovar o gasto realizado. Este documento é fundamental para a prestação de contas junto à CRE;

  • A prestação de contas relativa à utilização do cartão deverá ocorrer segundo as orientações da E/SUBG/CRE/GAQ.

  • Deverá ser encaminhada à E/SUBE/CRE/GED da respectiva Coordenadoria uma relação dos títulos adquiridos (constando título, autor, editora e quantidade comprada). Cada CRE poderá definir junto às respectivas escolas o suporte no qual a relação será enviada (digital ou impressa).

  • A compra de livros poderá ser realizada no período de 06 de junho a 16 de junho. No último dia, 16 de junho, as compras só poderão ser realizadas até as 12h, IMPRETERIVELMENTE. As escolas, creches municipais e bibliotecas que não efetuarem a compra, no período indicado, terão seus respectivos cartões encaminhados, pela FNLIJ, à Gerência de Mídia-Educação, que realizará a compra de livros, que serão destinados às escolas com acervo reduzido ou inexistente.

  • Sugestões de títulos podem ser encontradas em sites especializados, como, por exemplo, o da própria FNLIJ (www.fnlij.org.br - livros premiados e altamente recomendáveis) ou o do prêmio Jabuti (www.cbl.org.br/jabuti )

II – Visitação Escolar

·         A participação das escolas na visitação ao Salão será dinamizada com base nos critérios de prioridade estabelecidos em cada Coordenadoria. As Coordenadorias deverão ter atenção especial com relação aos horários estabelecidos para a entrada e saída dos alunos na visitação escolar. O cronograma de visitação será estabelecido junto a cada Coordenadoria, conforme escala determinada pela Gerência de Mídia-Educação.
            Considera-se importante garantir a participação das Salas de Leitura Polo nesta atividade.

·         Deverá ser observada a lotação máxima dos ônibus para a visitação escolar, que é de 40 alunos por ônibus.

  • Durante o evento, haverá programação variada para os alunos. Maiores informações no site da FNLIJ (www.fnlij.org.br).

  • A Secretaria Municipal de Cultura promoverá o troca-troca de livros. Os professores e alunos poderão levar livros para trocar.
III- Trabalhos para o Estande

·        Cada CRE deverá enviar os trabalhos para a exposição até o dia 24/05. Esses trabalhos deverão atender aos diferentes níveis e modalidades de ensino, sendo 01 (um) por nível ou modalidade:

·        Educação Infantil, Casa de Alfabetização, Primário Carioca, Ginásio Carioca, EJA, Educação Especial.

     Obs.: Trabalhos em suporte digital (CD/DVD) não estão incluídos neste limite e poderão ser enviados atendendo ao mesmo prazo limite.

·        Os trabalhos poderão ter tema livre sendo, necessariamente, uma produção textual, em formato de livro (tamanho ofício, no máximo), que deverá representar a CRE, no segmento no qual foi produzido.

·        Os trabalhos deverão ser entregues na Gerência de Mídia-Educação acompanhados de relação onde conste o nome da escola, o título do trabalho (se tiver) e o(s) nome(s) do(s) professor (es), alunos (s) responsável(eis).

·        Solicitamos especial atenção à qualidade dos trabalhos, no que se refere ao conteúdo, à correção e apresentação e também em relação à identificação do trabalho. Considerando-se que serão enviados livros produzidos pelos alunos, destaca-se, ainda, a necessidade de atenção à perigrafia deste objeto cultural.

·        Em relação aos trabalhos em suporte digital, esses deverão apresentar livros digitais ou relatos de ações envolvendo a leitura literária. As mídias devem abrir e rodar em computador.

IV- Dia do Professor

  • O dia 05 de junho, antes da abertura oficial do Salão, será dedicado ao professor. Como convidado especial, o professor terá acesso gratuito, visita orientada pelos estandes das editoras por cerca de duas horas e participará de um bate-papo com escritores. Para participar é necessário realizar inscrição pelo e-mail visitacaoescolar@fnlij.org.br informando se participará do turno da manhã ou da tarde.

  • Os professores matriculados nos cursos Leitura, Literatura e Formação de Leitores, Jovens Leitores e Leitura e Literatura desde o Berço não precisam fazer inscrição, pois este dia já consta no calendário do curso e a presença será registrada nessa atividade. Os professores deverão comparecer nos horários de suas turmas.

  • Os bibliotecários (das Escolas e Bibliotecas Escolares Municipais) também poderão participar desta atividade

  • Nesse dia os professores poderão fazer comprar pessoais, mas não haverá compra para as escolas. 

V- Seminário da FNLIJ


15º SEMINÁRIO FNLIJ BARTOLOMEU CAMPOS DE QUEIRÓS

·         Dias: 10, 11, 12 e 13 de junho

Programa:

  • 10 de junho, segunda-feira - A literatura colombiana para crianças e jovens, com enfoque na ilustração, com a presença de escritores, ilustradores e especialistas.   
  • 11 de junho, terça-feira - Intercâmbio Brasil-Colômbia, organizado pelo Instituto C&A e a SME. 
  • 12 de junho, quarta-feira – 10º Encontro Nacional de Escritores e Artistas Indígenas, quando serão discutidos temas relacionados à literatura indígena.  
  • 13 de junho, quinta-feira – A ilustração nos livros para crianças e jovens, com a presença de especialistas,  escritores e ilustradores e também leitores para, juntos, refletirem sobre a ilustração brasileira.

  

A SME realizou, por intermédio das CRE, a inscrição de 400 professores/bibliotecários no Seminário, sendo 100 por dia. Estes profissionais terão gratuidade na participação desta atividade. Demais interessados deverão realizar sua própria inscrição através do e-mail: seminario@fnlij.org.br, arcando com os custos estabelecidos pela organização do evento. Na mensagem deverá constar o nome completo, matrícula, cargo, função e escola do participante.


IMPORTANTE:
Ressaltamos que a participação das escolas nesta atividade deve ser compreendida como mais uma ação de formação de alunos e professores leitores. É importante que os Professores Regentes de SL e Bibliotecários possam, entre outras possibilidades, esclarecer a toda a comunidade escolar que o Salão do Livro é um evento literário da Cidade, aberto a qualquer interessado nos livros e na leitura de literatura.

Propõe-se, portanto, que mais do que um mero evento, a atividade integre um conjunto de ações na escola envolvendo a preparação prévia, bem como seus possíveis desdobramentos, após a visita, mobilizando toda a comunidade escolar.